15.8.12

Empreendedorismo Social


O que meu Professor Dr. "Bizuca" diz "Virador"; eu denomino "Fazedor". O empreendedor por necessidade  é aquele trabalhador "por conta"; e conquanto não sendo trabalhador, pode ser um líder comunitário, um dos "cabeças" de um núcleo religioso...
O Brasil já galgou o primeiro lugar mundial neste quesito, contrapondo-se ao empreendedorismo tradicional, aquele em que há um empresário estabelecido, alicerçado, "estudado", rico, vitorioso, de peso.
Adaptação da introdução de minha pesquisa sobre o tema:
Eis um empreendedorismo adaptado à dura realidade brasileira; é árdua a trajetória do “Virador”, um profissional mirado pelas lentes capitalistas como sendo um empreendedor desqualificado pelo excesso de pragmatismo, com atividades às vezes paralegais, digno de permanecer nos “terreiros” da sociedade.    
Quem ousa penetrar ao universo deste público peculiar pouco visível às políticas públicas, por vezes tão abandonado que parece ter sido “criado por lobos”? 
É um profissional comumente denominado autônomo, roceiro, fazedor de “bicos”, pequeno comerciante, trabalhador “por conta”; de tão corriqueiro ainda é pouco vislumbrado nos meios acadêmicos, e empreende por suplicante necessidade, contudo empreende.  
Esbrange seus “tentáculos” para melhorar a condição social da comunidade adjacente, e para isso é mais eficiente que manuais de auto ajuda, por ser ele mesmo sua própria auto ajuda . 
Quer ser "Fazedor"? Desperte o “demoninho virante” adormecido em si: sua criticidade, iniciativa, autonomia, criatividade, protagonismo, “coopetição”, sustentabilidade e outras características básicas.
Trata-se de uma perspectiva  profissional includente, com real possibilidade de ascensão social a ser conquistada pelos entes envolvidos, ao gerar potenciais empregadores em vez de meros ocupantes de empregos. 
O tema é abordado em detalhes pelo pesquisador “Professor Doutor Bezamat de Souza Neto” como um estilo de sobrevivência escancarado na sociedade brasileira. 
O termo “Virador” contempla indivíduos que conseguem dar um desvio súbito na rota original de suas vidas, de forma perpendicular (um "cavalo de pau"), melhorando sua condição financeira e sociocultural.

Abrange consequentemente a família a que pertencem, valendo-se empiricamente das características carregadas de ônus e bônus deste “empreendedorismo adaptado”, e dos talentos especiais que possuem em alguma área profissional específica. O Virador geralmente é também um fazedor.
Minha monografia completa encontra-se em: pt.scribd.com/; entre em qualquer documento e troque o cabeçalho por:
102946449/Empreender-Por-Necessidade...

 Imagem:   esta    

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