23.10.12

Maliciômetro enguiçado.

Fonte: aqui  
Todo dia, 18  h, o telefone começa a "esguichar", seus tiririns. Não atendo, desprezo. Ficamos abertos na empresa, das 6 h 30 às 18 h, ininterruptamente! E a extensão telefônica é aqui em casa.
Adivinhe agora? Parei para atender à campainha: clientes de Minas. Sorte o Esposo ainda estar "escafunchado" na firma..
E agora inicia-se um mini dilúvio. Será que desligo o PC devido aos relâmpagos? Banho não tenho coragem de tomar, prefiro aguardar o abrandamento. E "Fiotão" que não chega...
Esposo deve estar bufando por atender aquele grupo a esta hora, cansado como a um trator. Pulamos da cama pontualmente às 5 h, e horário de verão é para ser aproveitado à tardinha.  
Peguei birra de telefonemas, e dos inocentes aparelhos telefônicos fixos; me incomodam. Um dos motivos é que na firma, o barulho é grande e dificulta a audição. Tenho que ir na adivinhação e repetições lacônicas, enquanto caminho por entre os mecânicos.
É a forma de comunicação que menos prefiro. Melhor qualquer outra: ao discar, nunca sabemos o que o interlocutor está realizando, se poderá interromper e nos atender.
A "parentaiada" toda já sabe, e me liga preferencialmente lá na empresa, em horário comercial. Minha mãe dá o recado rapidinho, ou espera que eu passe por lá, duas vezes na semana.
Meu celular "faleceu" a tempos, virou despertador. Estou levando na paz sem outro.
Trabalho a vida toda fora, com público, com crianças e pais. Uma hora esgota as energias vitais.
Adoro ficar insularmente isolada neste quartinho de hóspedes com meu netbook (e que os hóspedes avisem antes de vir).
Não gostaria de passar de estressada a entediada, conquanto o meio termo é este sossego! Supimpa!
Chegou meu garoto, passou o toró e Esposo ainda atendendo aos mineiros. Vou-me ao banho.

2 comentários:

  1. Hehe Cristina, como eu entendo... Também detesto ouvir telefone a tocar, por isso tenho sempre o meu celular em modo silêncio. É claro que acabo por perder muitos telefonemas, mas quem me conhece já sabe que sou assim e não leva a mal. Beijo

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  2. Então, Joana!
    Quando estou fora do horário comercial, profiro ficar como seu "telemóvel" - em modo silêncio, para recarregar as energias!
    Ou beijo para ti.

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