29.9.13

Empreender

Tive que usar a engenhosidade para fazer a manhã render; digitei trabalho escolar, pois faço um difícil curso chamado "Pacto Nacional para a Alfabetização na Idade Certa:  aqui
Como já estava na oficina, terminei a contabilidade, pois amanhã o mês se finda. E a chuvinha fina caía constantemente.
Em casa, cacei na net, uma receita de bolo de alface... era muita alface, então fiz logo duas receitas: uma para nós e outra para os sete funcionários da oficina.
A estratégia é esta: amanhã aguardo até 16 h 30, quando estarão varados de fome, faço uma limonada e sirvo o "bolo de laranja". Quando não sobrar nem farelo, aviso que era bolo de alface! 
Sim, adaptei a receita e coloquei o que sobrou do doce de laranja que fiz domingo passado. Na falta do doce, a casca de uma laranja também dá certo...
Assei os dois bolos ao mesmo tempo, então o nosso não corou no centro.

Estas fotos estão magrinhas, porque a Calu me ensinou a diminuir o peso delas, ficou "facin" de baixar pro blog.
 O bolo virado de bruços: ficou bem verde, leve e fofo. O sabor do doce de laranja prevaleceu bem forte.
Numa receita básica de bolo, usei oito folhonas de alface, fui batendo tudo no liquidificador e acrescentei a farinha depois, numa tigela. Coloquei dois terços de farinha, e um terço de amido de milho, para ficar meio crocante. Dobrei a receita para os dois bolos.
Veja por dentro: cheirinho de laranja, gostinho de laranja, e corzinha de alface... ninguém desconfia! 
Já está diminuindo. Não recheei, nem fiz cobertura, então vai bem com refrigerante, chá, suco ou café com leite, para servir de lanche, não de sobremesa.

Aproveitei o forno quente para assar sardinhas com batatas previamente cozidas, e fazer torradas.



Ontem, enquanto ajeitava a casa e lavava roupas, fiz duas fornadas de pães de cenoura, para congelar uma parte. Saudável e sem química.

Passei a manhã revesando trabalhos na casa e na oficina, que estava cheia de clientes. Quando terminei as tarefas caseiras e corrigi cadernos, o sábado também havia terminado.
Fui caminhar quando escureceu, e adivinha quem encontrei? Logo na esquina de casa, minha aluna K fazia corrida com a mãe, e parou para me gritar.
No bairro de cima, a mãe do H quase ficou rouca, gritando para ele:
_ Veja sua tia, dê oi para sua professora, anda, vem...
Quase na saída da vila, encontrei um grupo de crianças com refrigerantes maiores que eles, ziguezagueando pelas calçadas. Ao me avistar, já foram chamando:
Tia do S... ela  é a tia do S! Oi tia do S. Acenei e segui rumo ao centro, onde não há crianças perambulando soltas.

8 comentários:

  1. Olá Cristina!
    Fiquei com vontade de comer bolo verdinho;-)

    Abração
    Jaan

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    1. Oi, Jan!
      Quando tiver alface em demasia, eis a opção. Pretendo fazer verdes panquecas também!

      Outro abraço a ti.

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  2. Que diferente esse bolo e deve ser bem bom.E os pães° Muito bom e sempre ter no freezer é legal!
    beijos praianos,chica

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    1. Oi, Chiquinha!
      Alimentos saudáveis ajudam a neutralizar o excesso de química sintética que ingerimos. congelar é a opção para a praticidade necessária a quem trabalha fora.

      Outros beijos bem interioranos!

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  3. Salam, Cristina!

    Nossa! Amei ver tantas iguarias! Que trabalhão, hein? Mas, recompensante.
    Ah, há uma receitinha lá no meu blog também, confira,
    beijos

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    1. Oi, Denise!
      Fiquei curiosa com sua receita, vou conferir. Até que não dá tanto trabalho, vou entremeando com outras tarefas e tudo se finaliza junto.

      Outras beijoquitas.

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  4. E então Cristina, o pessoal gostou do bolo? Eu fiquei com vontade de provar. Beijos

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  5. Oi, Joana! Foto nova...
    Deu para matar a fome, com gostinho de laranja e cor verde. Não contei que contém alface, o pessoal daqui é preconceituoso!

    Beijicos.

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