27.7.14

Senhor do tempo

Se alguém conhece o "Senhor do tempo", favor me apresentá-lo, pois necessito fazer um financiamento... as 24 horas atuais têm sido poucas.
A reforma da casa, com limpeza de tanta bagunça do pedreiro, correria atrás de material de construção, a demora em encontrar um simples par de meias perdido dentre os montes de roupas devido aos armários vazios.
A volta às aulas se efetivou no dia 17, com a chegada de um casalzinho novo de alunos: ele de outro bairro, ela de outra cidade. Estão adaptados já, contudo ainda não estão alfabetizados. Preparo atividades diferenciadas para 1/3 que ainda não lê e paralelamente sigo com os alfabéticos. É penoso atender duas turmas ao mesmo tempo e com demandas diferentes, mas é possível.
O tal curso "Pacto pela alfabetização" vai a todo vapor, com aulas quinzenais aos sábados e mais uma noite, e lição de casa, MUITAS lições de casa difíceis, tendo que ser devidamente preparadas, trocando-se ideia entre colegas (sem tempo prá tal),  aplicadas com os alunos, avaliadas e preparada toda a gama de "direitos de aprendizagens" e avaliações.
Meu cérebro fica martelando PACTO, PACTO, PACTO e tento desligar lendo alguns livros, cozinhando, cuidando dos afazeres domésticos. Nesse instante, se fosse levar ao pé da letra, eu deveria estar fazendo tarefa de casa, contudo me recuso a pagar esta pena em pleno domingo à tarde.
Para completar, a oficina tem "pegado fogo", com tanto serviço. Um dos colaboradores está em licença cirúrgica pelos meses de julho e agosto. Uma máquina nova, de quatro metros de altura, que estamos pagando desde o ano passado e continuaremos, ainda não foi devidamente instalada, pelo tamanho faraônico. Esta máquina é para retirar a tinta velha das rodas (vulgo jato de areia), fazendo sozinha em dois minutos o que um profissional faz em três horas com o jato antigo. 
Aliado a estes fatores, o passeio que faríamos com os vizinhos, melou. Está chovendo aqui e no destino, portanto trocamos a reserva para a semana que vem, devido ao alerta do filho. O problema foi que o marido aqui e a esposa ali, não aderiram bem à mudança, e ficaram de bico.
Já estivemos outras vezes em S. Tomé, e o foco do local é a natureza exuberante. Impossível curtir grutas e cachoeiras com chuvisqueiro constante. A cidade é minúscula e as atrações são afastadas umas das outras, a altitude torna o clima frio; sem sol é inviável.
Aproveitei para faxinar entre detritos, lavar e passar. Cozinhei canjica (com leite em pó, para obter cremosidade), fiz bolachas caseiras, sopinha de fubá com legumes e carne moída - músculo, pela magreza. Ainda farei um mingau de fubá doce à tardinha.
Ovo caipira e de granja - a diferença (dividi com o Par) 
 Bolachinhas de aveia e coco (feitas com sal amoníaco)
 O guincho depositando a máquina pesadíssima
 O Par e colaboradores colocando as partes, já dentro do barracão 
Trio namorando a belezura

2 comentários:

  1. ~
    ~ ~ Tem calma, querida amiga qur tudo vai entrar nos eixos e vais passar uma Primavera serena, satisfeita e feliz.

    ~ ~ ~ ~ ~ Abraços consoladores. ~ ~ ~ ~ ~

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    1. Devagarinho o pedreiro avança... já recoloquei algumas coisas de volta, mas as paredes ainda estão malhadas.

      Aceito o abraço, e agradeço o apoio!

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