3.9.15

El niño, calor e água

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Os noticiários já aguardam um "El niño" bem marcante, interferindo nas próximas estações. O aumento da temperatura da água do mar na região do fenômeno já está conta cerca de 2 º.
Os próximos oito meses podem revelar efeitos colaterais em várias partes do Planeta, como inundações, secas, tempestades.
Medidas de prevenção devem ser tomadas desde já por autoridades competentes, para que os impactos sejam os menores possíveis. Inclusive o Peru já conta com simulações de evacuação sobre riscos de deslizamentos de encostas.
A redução da camada de gelo do Ártico e superfícies nevadas do Hemisfério Norte ocasionarão pela primeira vez uma confluência com o El Niño, potencializando-o. Ele esteve "dormente" nos últimos anos, o que também é incomum e desperta ainda mais apreensão.
Pode haver reforçamento no fenômeno devido ao degelo, anulação das forças no Pacífico Tropical ou atuação em regiões nunca antes atingidas.
As chuvas atípicas na Califórnia em julho passado podem já ser influência destas condições climáticas e teme-se inclusive que este ano ocorra o evento mais forte já registrado.
Se suceder um abrandamento drástico dos ventos alísios de leste para oeste no Pacífico, as águas ocidentais aquecerão o lado oriental e alterarão temperaturas e precipitações em toda a Terra.
Na América do Norte poderá haver invernos mais chuvosos abaixo, com inundações, deslizamentos; e suaves acima.
Aqui no sul da América, a árida costa oeste será chuvosa, com risco de colapso na pesca de grande escala, pelas altas temperaturas marítimas. No nosso sofrido Nordeste, a seca voltará mais intensa. No sul haverá inundações graves.
No sudeste da Ásia também ocorrerá invernos mais temperados e severas secas em pontos importantes, trazendo elevação nos preços de alimentos.
O inverno no leste e norte da Europa poderá ser excessivamente frio, como na Segunda Guerra Mundial.
Os furações serão mais fracos no Atlântico e mais intensos no Pacífico, ali pelo sul da Califórnia.
O norte da África poderá ser mais chuvoso e o sul, mais seco. O norte da Austrália também sofrerá seca.
Entretanto, são estimativas apenas; não se tem como precisar exato o que nos aguarda. E por aqui, seguimos com um fim de inverno seco a 32º.
Imagem Google.