14.9.15

Pesquisas e várias verdades

Resultado de imagem para rebote imunologico
O cientista Mark Mattson é um especialista em envelhecimento cerebral. Suas buscas de longa data apontam o jejum como retardador do envelhecimento e de doenças crônicas / degenerativas: demências, Parkinson, derrame.
Pesquisas maciças com testes em humanos ainda são necessárias para certificação de que a longo prazo é seguro e efetivo, conquanto pessoas estagnadas em risco de síndrome metabólica podem tentar a rotina por alguns meses e refazer exames médicos, a fim de comparação aos anteriores.
Há diversos protocolos possíveis com um mínimo de 16 horas sem ingestão energética. Por exemplo: Duas vezes na semana, alguém almoça, cessa a nutrição e fica ingerindo água (saborizada) de hora em hora (inclusive nas pausas de sono) até o café da manhã seguinte (16 horas depois).
As explorações de Mattson dão conta de que se não houver ampliação real na longevidade, ao menos haverá maior saudabilidade na velhice apenas com o hábito semanal. 
O jejum realça as conexões cerebrais, ampliando sua capacidade cognitiva para vencer desafios, assim como os exercícios físicos realçam músculos. Na prática, nos tornamos mais atentos devido ao fantástico aparecimento de neurônios recém nascidos.
Médicos ancorados na indústria de medicamentos fazem tudo para contradizer as averiguações - milhares de dólares são gastos em seguros saúde e drogas sintéticas, para agora combatermos a degeneração celular em casa, com mero jejum?
Quase todos os povos, a milênios se utilizam do costume para práticas meditativas profundas e cura espiritual. Um conhecimento empírico agora corroborado por dados científicos bastante promissores é a colisão perfeita entre senso comum e ciência. 
Muitas universidades ao longo do Planeta estão em busca de descobertas para comprovar até que ponto jejuar leva à longevidade, reduz células cancerígenas, traz rebote imunológico, diminui inflamações, minimiza perda de densidade mineral óssea e amplia habilidades cognitivas.
O choque desacomoda, desequilibra - uma pessoa desempregada e com família para sustentar, corre muito mais enfaticamente atrás de trabalho que um aposentado apenas tentando suplementar renda.
Exercícios regulares minimizam o risco de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, demência e algumas formas de câncer em até 30%, mas por si só não são suficientes redutores de peso significativo.
A atividade física sozinha não compensa os estragos da constante alimentação "suja". Calorias "doces" (carbos refinados) promovem obesidade (inflamatória) e eterna sensação de fome, ao passo que proteínas  saudáveis saciam.
As celeumas da medicina tradicional levam à segregação dos adeptos de jejum intermitente particularmente por não envolver $, privando tantos pacientes de tentar mais um canal natural para restabelecimento.
É árduo tentar quebrar o vínculo atual entre $ e medicina e voltar à coneção ancestral que aliava técnicas medicinais às habilidades de elevação espiritual.
Não há nada mais precioso que ser saudavelmente magro, acordar e dormir sem dor alguma, sem inflamações; não necessitar de nenhum tipo de remédio além da nutrição "limpa" intervalada, e exercícios moderados.
Aqui, muitos textos para estudar à vontade! A Dra. Krista Varady, da Universidade de Illinois, Chicago, também se empenha nas diligências. A transcrição do documentário que a BBC fez sobre o tema traz questões para refletir.
O maior inimigo do conhecimento não é a ignorância, e sim a ilusão de que só haja uma única verdade.
-Stephen King
Imagem Google.