24.10.15

Na prática

A dias, recebi um e-mail solicitando refeições práticas que faço para meu Par, com glicemia alterada, algo infelizmente "quase banal" hoje em dia.
São seis refeições diárias, evitando-se ao máximo carboidratos densos - amidos, açúcar branco.
Ele acorda 5 h 00 e logo faz esse lanche: café preto praticamente sem açúcar, abacate - gordura boa sacietógena, uma proteína (gerallmente queijo branco) e duas frutas.
Aqui, milho com manteiga e meia goiaba (que sobraram da noite anterior), ovo cozido e pêssego. Também faço omeletes para variar.
O abacate sempre: compro dois verdes, deixo um amadurecendo na geladeira e o outro fora. O que está em uso, cubro com filme plástico, envolvo naquele isopor do mamão e vou tirando partes.
O desjejum mais comum, que uso 6 dias por semana, é esse: mamão formosa (papaia tem mais frutose), banana prata (nanica doce demais também), naco generoso de queijo branco e abacate.
Aqui, outro queijo mais curado junto ao branco. O resto é igual. Nutre e sacia. E ele parte para uma pedalada antes do trabalho.
O desjejum dele mudou pouco. Já tinha o abacate e mamão formosa, troquei a banana nanica por prata e o sanduíche natural pelo queijo, tirei o leite a mais de ano, devido às inflamações.
Cerca de 8 h 30, o lanchinho. Pouquinho de amendoins crus e leite fermentando. Essa marca tem menos açúcar, segundo a Proteste e ele gosta da galinha pintadinha. Devido às gorduras boas, é um lanche sacietógeno.
Ele usa o leite fermentado desde que teve fascite plantar (esporão) e tomou anti-inflamatórios demais.
Nesse lanche, só troquei a fruta pelo amendoim.
Cerca de 11 h 30, o almoço. Uma saladona e carne. Eu tenho abusado do curimbatá assado. Nesta versão, inteiro com vinagrete de chuchu. Gordura boa - ômega 3.
Qualquer carne acompanha a salada: frango, suíno, bovino, miúdos. Aqui, molho de abacate (gordura boa) com limão, vinagre de maçã e cheiro verde.
O que mudou foi a saída quase completa do arroz com feijão. Batata eu cortei a mais de ano, devido ao esporão (ela é inflamatória - solanina).
Aqui, curimbatá sem recheio e sem as extremidades (que usei para fazer um caldo) e aqui, picado em postas. Esse peixe é amarelo e firme; rende bastante e não vem com água injetada, como os filés.
Uso duas variedades de folhas na salada; a chicória gosto muito. Pepino em fatias finas também é constante.
A refeição completa: Salada, abobrinha com cenoura, linguiça com cheiro verde e arroz branco polvilhado. Uso pouca carne processada, porém ele havia pedido linguiça. O salame também uso, apenas para avivar um prato.
Até eu, que prefiro as sopas (no verão uso ao almoço), aderi às saladas. Dele à esquerda e minha à direita .
Na dele tem pimenta sininho madura, pepino, brócolis, cebola, chicória e rúcula, azeitonas e muçarela.
E uma generosa carne quentinha sempre! Pode ser pura ou com feijão, ou arroz integral ou mandioca cozida - tudo muito pouquinho.
A carne necessita de um pouco de gordura para levar à saciedade e a dieta vingar.
Sempre tem que ser algo palatável e familiar a ele, senão não come. No post seguinte, mostro as três últimas refeições.