27.1.16

Crise, trabalho, economia, custo x benefício


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Eu já falei que sou esquisitona, sempre fui. Sou focada em custo x benefício (blog antigo, "ceis já mi cunheci").  Quando eu comprei o terreno de minha casa em sociedade com o Par, eu tinha 18 anos e meio. Abrigo próprio sempre foi minha prioridade, não roupa de marca.
Aqui em casa, todos nós três sempre trabalhamos em média 9 h por dia. Fiotão começou aos 16 anos (aqui na oficina); eu com menos de 13; o Par com 10 (meio período).
Crise sempre houve, contudo desde pequenos soubemos viver com o que tínhamos, separando um pouco para o futuro. Eu e o Par nunca perdemos o emprego. Filho perde e pega outro.
Cidade pequena, tudo pertinho, relativa segurança (relativa atualmente), alimentação barata (sabendo comprar, coletar por aí e cozinhar), serviços públicos mediamente satisfatórios, clima ameno (economia).
Poupando muito e deixando uma folga no orçamento, sempre conseguimos viver dignamente, passear pela região, manter amigos - eventos, carro decente, montar a empresa.
Salão de beleza é raro - apenas corte, aqui mesmo na vila. Pinto e mantenho o liso natural que Deus me deu, faço unha (pé) em casa. Cuido da pele por minha conta.
Eu faço corrida e pedalo com o marido. Raramente saímos à noite. Consideramos mais proveitoso um almoço de domingo em restaurante, em datas especiais ou reunião de família.
Academia (+ pilates), só o filho, que tem uma vida de jovem mais agitada, gasta muito com cursos de pós graduação, precisa se vestir bem, trocar celular - aquelas desculpas. 
Há 7 "meninos" trabalhando aqui na oficina. Uns são mais econômicos, outros descontrolados. Uns ajudam em casa, outros ficam com o salário. Bem ou mal vão evoluindo, comprando carro, moto, guardando. Aconselho não contraírem dívidas ( nem sempre ouvem).
Aqui na oficina, eu larguei de colocar a "mão na roda" desde 2014 - fico mais na retaguarda. A algum tempo a meta é diminuir o serviço pesado do Par. Muito serviço, muito! 
Não ambiciono o mundo e o fundo... Ambiciono a serenidade. Já plantei muito, agora cuido da lavoura com calma. Sigo trabalhando, entretanto degustando tranquilidade sempre que possível.

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