25.3.16

Coitadite, a inflamação crônica

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Sim, bancar o coitado e ficar pedindo piedade, jogando a culpa no Papa, é pior que inflamação crônica.
Nada suga mais nossa energia, impedindo atitudes positivas para realizar ações em prol de qualquer tipo de mudança.
Mudar uma rotina só é difícil enquanto não a iniciamos. Ao virar nova rotina, fica automático.
Falo por mim. Após a viagem de final de ano, no mês de janeiro - de férias, negligenciei parcialmente meu suco verde. Na volta às aulas bati firme para retomar esse "café da manhã" bom para mim.
Outro hábito que negligenciei, foi pedalar ao trabalho. Foram 4 semanas protelando, disfarçando. Quando retomei, foi tão leve!
Assim também deve ser com a corrida, o jejum semanal, a alimentação focada, bons pensamentos. Caiu - levanta e limpa a ferida!
Se destruir aos poucos com fumo, álcool, alimentação errada e excessiva, sedentarismo, preguiça de estudar temas de interesse, medo de mudar de emprego ou relacionamento quando necessário...
O que fazemos de nós ao longo de anos ou décadas será nossa colheita futura. O maravilhoso é que podemos retomar, mudar a rota, agir!
Comprar um caderninho e fazer um diário minucioso para análise semanal: com horas de sono, alimentos, hábitos deletérios, pode nos levar a enxergar o todo "do alto" e auxiliar nas mudanças, na saída do limbo.
Ser meio doidão de vez em quando pode ser bom, traz leveza, possibilidade de erros calculados e de inovações, menor cobrança por parte dos outros. 
Sou a única professora doidona que vai de bici ao trabalho, que jejua, que corre no piscinão, que faz recolecção de frutas e ervas por aí enquanto pedala com o marido e que come matinho.
Doente? Minha genética ajuda, porém sou mesmo saudável. A muitos anos não perco dia de serviço por doença.