11.3.16

Tempo, cadê você?

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O tempo se escondeu por aí. Semanas voam devido a 25 criancinhas para pajear alfabetizar, esta oficina à tarde; casa nas madrugadas e noite.
Pouco sobra. Sobra pouco.
Já estou com saudade daquela leve melancolia de férias (quando a adrenalina baixa); não que tivesse me sobrado tempo nas férias, porém era menos acelerado.
Nos fins de semana: exercícios, pele e cabelo, casa, passeiozinhos ( inclusive, várias vezes negados). 
Sobrando um tempinho, tenho a TV ou Net para colocar em dia, também tenho crochês inacabados e vários livros a terminar. 
Que saudade dos meus livros! Detesto leitura dinâmica, não fica bem prá uma TOC relacionada ao tempo, o prazer se transforma em tortura. E literatura com leitura dinâmica é apelação.
Ir prá roça com uma sacola de livros, acordar de madrugada somente para ler, degustar sob uma árvore com pausas para o canto dos pássaros, a brisa no rosto, a ida ao pomar reabastecer.
VÁ SONHANDO!
A mãe com suas irmãs mantém a casa lá fechada, são aposentadas e viúvas. Mesmo assim, não curtem; ficam presas a uma rotina urbana imutável apenas por comodismo - asas para quem não voa. 

2 comentários:

  1. Como diria meu pai Cris, dente bão na boca de cachorro, kkkk.Isto me lembra também os pés de jabuticabas que eu tinha e nem ligava muito embora é a fruta que mais gosto. Hoje morro de saudades delas.
    O tempo é mesmo um senhor.

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    Respostas
    1. Nada é mais democrático que o tempo, Tonin!
      As jabuticabas são prova disso - as frutinhas mais efêmeras que há. No máximo duas semanas e já era!
      E tem tanto cachorro com dente bão sem osso para roer...

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