21.5.16

Na medicina, também há Low Carb


How NOT to write a diet book
Um de nossos maiores expoentes em diet Low Carb na área médica, sem dúvida é o Dr. Souto. Lá fora, temos grandes nomes como: Theodore Naiman, Rakesh “Rocky” Patel, Jeff Gerber, Jason Fung (de Toronto), David Ludwig, William Davis, Sarah Hallberg, Michael Eades, Aseem Malhotra, Malcolm Kendrick, Andreas Eenfeldt (da Suécia), Georgia Ede, David Perlmutter, Tim Noakes ( áfrica do Sul), Stephen Phinney, Eric Westman, Jeff Volek, Franziska Spritzler, Miriam Kalamian, Beth Zupec-Kania, dentre outros.
O Dr. Jason Fung é uma sumidade em Jejum Intermitente para tratar obesidade, processos inflamatórios crônicos (aterosclerose) e diabetes tipo II, prevenindo demência e câncer através dessa técnica milenar. 
Nesse vídeo legendado pelo Rodrigo, ele detalha a terapia milenar tão simples, grátis e econômica. Basta uma mentalização prévia, rotina e foco.
A melhor forma de estudar o jejum a longo prazo, é através dos religiosos; veja aqui. E também leia aquiaqui; aqui . 
Não conte à indústria alimentícia - ela deseja que você se alimente 6 vezes ao dia... E não conte à indústria farmacêutica, ela fará tudo para não perder o cliente vitalício!
Não haverá fome se a alimentação habitual for low carb e a pessoa fizer progressão lenta e gradual, pulando uma, depois duas, até atingir todas as refeições do dia após meses. 
O organismo se alimentará da gordura acumulada; teremos leveza, disposição, serenidade! Basta ingerir água em abundância.
Após uma feijoada ou comendo bem pouquinho por dias, estaremos sem energia. No jejum intermitente é o oposto - parecemos aqueles leões que estão a uma semana jejuando, perseguindo a presa a todo vapor.
Por ser milenar, se causasse problemas físicos ou emocionais em pessoas saudáveis, haveria registros na literatura religiosa e médica sobre. 
Por ser intermitente, não deixa o metabolismo mais lento, como em dietas de fome; sendo dentro de uma alimentação low carb (saudável) não causa baixa de nutrientes.
A demência surge devido ao lixo cerebral "engastalhado". O jejum depura e faz células cancerosas "morrerem de fome". 
A insulina sempre alta estimula o "fator de crescimento insulínico" que faz as células ruins reproduzirem-se. A insulina é uma "velha avarenta" que armazena gordura gulosamente, deixando-nos obesos.
Diferente do "fator de crescimento insulínico", o hormônio do crescimento é liberado naturalmente em jejuns mais longos, trazendo rejuvenescimento. Esse hormônio, quando sintético, traz efeitos colaterais. 
O efeito anti envelhecimento do hormônio do crescimento natural aumenta a densidade óssea e evita perda muscular. Aumenta os músculos, mesmo sem exercícios.
Jejum é faxina, organiza o organismo "quebrado", revertendo resistência insulínica. Na autofagia desencadeada pelo jejum, a célula consome suas partes velhas e podres, dando lugar à renovação.
Jesus Cristo jejuou por 40 dias e noites em meditação no deserto, prática comum em sua época e religião (no Islã, jejua-se apenas no período diurno). 
Naqueles tempos, assim como em povos isolados, medicina e religião se confundem. Os indígenas brasileiros também praticam o jejum para diversos fins, de acordo com cada etnia.

* Pessoas com histórico de problemas hormonais ou distúrbios alimentares (ou propensas a tal) devem evitar qualquer tipo de variação na dieta básica. O jejum é indicado a pessoas saudáveis e em equilíbrio, preferencialmente com supervisão médica.
Freiras e monges idosos, que tiveram uma vida de jejuns, são magros, saudáveis, serenos e longevos.