7.6.16

Alimentação contra as drogas.


Para quem não sabe, sou professora alfabetizadora e trabalho o "Guia Alimentar Para a População Brasileira" numa estratégia de combate ás drogas. 

Como assim, Cri? Combater droga com comida?

Exatamente! Aqui no Município, há um projeto onde o Fórum exige que os professores façam sistematicamente o combate às drogas.
Nós somos obrigadas a lutar contra as drogas de uma maneira acessível a cada faixa etária. Então pensei no "Guia" 
O documento é oficial - do Ministério da Saúde, o que me dá respaldo total. E a boa alimentação combate as drogas sim, pois a criança passa a respeitar-se, pensar no que coloca em seu organismo. 
Aquela divisão que o Guia traz, entre alimentos in natura e industrializados; e a subdivisão dos industrializados em três fatias, é ótima. 
Os industrializados se subdividem em minimamente processados / processados / ultraprocessados.
Trabalhando o leite, por exemplo: peço que pesquisem em casa imagens de vacas a pasto, de ordenha, de leite cru no balde. 
Peço que colem imagens de leite pasteurizado (se saquinho), leite longa vida (caixinha) e leite em pó. 
Aos poucos elas vão percebendo que o leite direto do produtor é melhor que o "de saquinho", que é melhor que o "de caixinha", que é melhor que o leite em pó. 
E assim fazemos com as carnes e tantos outros alimentos. O professor de informática me ajuda, expondo o "Guia alimentar" via Net em suas aulas.
Nessa época do ano, tudo eles querem saber se é saudável, o que é pior. Pelo fato dessa faixa etária levar "ao pé da letra", sempre enfatizo que tudo pode, depende da frequência e quantidade. 
Elas sabem que salsicha pode até ser gostoso, porém é "carne de mentira". Sabem que pipoca de panela é muito melhor que de micro-ondas; que manteiga vem de uma vaca e margarina (ultraprocessada) vem de uma fábrica.
Fonte da imagem: "Guia Alimentar"

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