29.6.16

Medo de jejuar?

As pessoas costumam temer o jejum pelo medo de passar fome, de sofrer. E também pelo temor de possíveis efeitos colaterais. Tudo isso é mito. 

Nenhum estudo científico jamais provou algum malefício na prática de jejum intermitente. Muito pelo contrário, leia este texto de um nutricionista com mestrado (no rodapé, outros textos relacionados).

Ingerindo refeições com gorduras naturais à vontade, proteína em quantidade suficiente e vegetais não amiláceos em demasia, não haverá fome anormal no jejum.
Exemplo: desjejum - café, ovos e oleaginosas ou coco em pedaços / almoço - salada crua com abacate, carnes e amendoins ou azeitonas / jantar - sopa de legumes com queijo e salada variada de frutas com baixo glicídio / lanches - chá sem adoçar, água com limão, caldo de ossos.
Fazendo essa alimentação semanal, é perfeitamente possível começar um jejum de 15 horas, emendando com o período de sono. Aumenta-se gradativamente até um mínimo de 24 horas semanais.
Com a prática, é fácil ficar um dia sem comer e se alimentar normalmente nos outros seis dias, sem sentir fome em demasia. 
As ondas de fome chegam de quando em quando, tomamos um chá ou água, e nalguns minutos ela abranda. O jantar que precede ou ao final do jejum, pode ser feito com caldo de ossos.

Bora lá dar uma chance ao jejum! Nos traz uma leveza tão gostosa... Importante contectar também esfera espiritual. Porém lembremos de consultar um profissional de confiança.

"A maior parte das doenças crônicas tem uma causa em comum: o excesso de energia no corpo, com o qual o organismo não consegue lidar  levando à disfunção em diversos processos celulares e moleculares."