19.6.16

Rotina numa escola


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Faz tempo que não falo da minha rotina escolar cotidiana?

Bom, na minha sala de aula - fase tranquila - fui descendo dos 25 aluninhos, para 21. A turma está avançando a olhos vistos, com exceção daquela meia dúzia com dificuldades maiores.
A professora ao lado estava com 20 alunos graças a Deus e foi "presenteada" com uma garota TDO que prometia... 
Na última sexta - primeiro dia - a menina surtou, espatifou tudo que alcançava aos berros e tentando morder... 
A Diretora veio, levou-a e chamou a mãe.
Minhas crianças e principalmente as da colega, ficaram de olhinhos arregalados, trêmulas com a intensidade do escândalo.
A menina estava numa escola particular e outra mãe de criança que surta "propagandou" a ela que a Diretora faz "um tudo" por esses casos difíceis.
A propagandista é mãe dum menino que veio da escola vizinha - uma estagiária fica o tempo todo a toreá-lo pelos corredores. Tenta fugir, agride que passa, ataca crianças do nada...
Ele pegou uma picareta do pedreiro na semana passada - lá no cantinho atrás da escola - girou e girou a picareta rumo à minha janela - três adultos tentando acalmá-lo e nada!
Tudo aconteceu em frente à minha janela e meus anjinhos empoleirados... Que medo de ele soltar e atingir o vidro... Poderia ferir o olho de alguém.
As duas crianças estão com tratamento interrompido, medicação inadequada, causando riscos e traumas nas outras crianças. Tão difícil acertar psiquiatra e medicação! 
Nem sempre a família prioriza, prefere delegar à escola. Até a medicação queriam que a professora administrasse ela sabiamente não aceitou mais essa tarefa que cabe à família em casa.
O fusuê está armado entre a equipe escolar. TDO revolta muita gente porque a criança massacra os coleguinhas e deve ficar de atestado médico até acertar a dose medicamentosa.

2 comentários:

  1. Que situação chata e complicada.
    É preciso se cercar de cuidados
    ainda mais com tantas crianças.
    Que a solução venha efetivamente.

    Abraços e cuide-se.

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  2. Oi, Tonin!
    Casos extremos assim requerem medicação de ponta e acompanhamento multidisciplinar.
    Há risco para os outros, para os funcionários e para eles próprios.

    Grata pelo apoio, outro abraço!

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