3.7.16

Comida de verdade

Não é porque eu moro aqui no cafundó interior, que não esteja antenada com o "Top" em alimentação. As nutris daqui de onde o Judas perdeu a bota ainda têm pavor de gordura, de jejum, de pular café da manhã... Estão meio atrasadinhas.
Eu pratico na maior parte do tempo a alimentação com carboidratos de lenta absorção - "Slow Carb"(batata doce, mandioca, baroa, abóbora, pão com fermentação natural lenta (com biomassa de casca de banana e de maracujá).
O pão citado diminui muito seu índice glicêmico, pois as leveduras naturais comem parte dos carboidratos, por isso não ter pressa para fermentá-lo.
O marido pratica uma alimentação mais restrita em carboidratos, pois sofria de síndrome metabólica e emagreceu 13 kg desde setembro (quase sem perceber). Ele é "Low Carb".
O filho gosta de academia, futebol, corpo sarado (não rasgado). Ele consome Junk Food,  porém em pequenas quantias. Em casa, ele come alimentos, e não produtos alimentícios.

Aqui, mini pizza de rodelas de berinjela.
 A muçarela e sobretudo o lombo canadense são ultra processados, devem ser consumidos com moderação.
 A trapoeraba é minha verdura queridinha erva daninha que plantei na floreira.
Entrou na composição dessa omelete para o café da manhã do pai e filho.
O presunto deve ser usado com cautela (ultra processado).
 Rocambole de carne moída com serralha, que colhi ontem pelas estradinhas rurais.
Temperei a carne com meia cebola em cubos e sal grosso. Só. 
A serralha é uma verdura amarguinha cotidiana de minha infância - não precisa plantar.
 Filé de peixe ensopado com ervilhas congeladas e biomassa de casca de maracujá.
O peixe congelado veio do Alasca... Estamos longe do mar.
Temperei com alho, cebola, talos de salsa e colorau (urucum). O marido amou!
Cerca de dois copos de biomassa sumiram completamente...
 Meu prato saudável repeti, com abóbora cabothiá assada (no tempero liquidificado), o peixe e o rocambole. Sem corante, conservante ou qualquer outro "ante".
É um jeito gostoso de comer bastante verdura nesse friozinho.

Após pedalar 20 km de madrugadinha, nosso café da manhã foi salada crua sortida e dois ovos caipiras (molinhos) fritos em banha de porco caseira.
Agora, estou num jejum intermitente por no mínimo 24 horas. Espero fazer mais, pois na semana passada viajei, comi 2 cafés da manhã de hotel e tive fome na segunda-feira (carboidrato abre apetite) - não jejuei além do almoço.
O meu café da manhã nos dias úteis é um suco verde coado - salgado e engordurado (com cubo de abacate - para as lipossolúveis). Eu coloco folhas e cascas higienizadas (de alho, cebola, laranja, banana  - o que tiver).
O suco salgado não quebra o jejum. Um café da manhã habitual me abre o apetite, é um desastre! Fico querendo comer novamente na hora do recreio...
Eu almoço às 12 h / janto 17 h 30 / e faço uma ceia 20 h 30. É mais que suficiente para manter-me magra e saudável nesse período crítico de climatério / menopausa.
Meu almoço semanal é salada crua sortida com abacate ou sopa de legumes, sempre variando proteína - carnes, ovos, queijos artesanais. Frutas de sobremesa e amendoim torrado ou nacos de coco para finalizar / arrematar a fome. Sacia até a janta.
Janto pinhão, batata doce, espiga de milho, purê (de baroa, abóbora ou mandioca), ovos cozidos, pele pururuca, azeitonas,  carnes com legumes, frios, caldos, banana com chia e gergelim,  chá sem açúcar.
Na ceia, abuso um pouco - achocolatado com cacau em pó com canela e tiquin de açúcar mascavo ( metade leite integral de saquinho e metade água); mel artesanal com canela e cúrcuma; chocolate 70%, alguma guloseima de padaria que ninguém é de ferro.

***Fiz um jejum de 63 horas... Tranquilo, com muito líquido (sem adoçante). 
Meditação e elevação espiritual; bons pensamentos e ações; serenidade, são fundamentais durante o jejum intermitente.