3.9.16

Contentamento e serenidade

Resultado de imagem para imagem vegetais e carnes
Assim como o clarão de um relâmpago ilumina a tempestade noturna, a boa ciência nutricional vai iluminando o mundo gota a gota, porém cada qual deve estudar-se, compreender a linha tênue entre sentir fome ou sede, digerir os crus ou os cozidos, jejuar de manhã ou à noite.

Nós, humanos, descendemos de sobreviventes heroicos, fantásticos ancestrais hominídeos cuja linhagem alonga-se milhões de anos. Esse legado genético refinado, tão humano, requer ambiente propício, como diamante aguardando lapidação.

Mexer o corpo abaixando-se com frequência, pulando corda, correndo rápido e lentamente, pedalando morro acima, pegando peso, nadando, ou o que for, propiciam aquele "barato" ao final da atividade. Ativa o sistema linfático e expurga toxinas.

Eu chego à escola (lá no alto do bairro) toda manhã com a bicicleta, e começo o dia alegremente, inundada por adrenalina.

Presas herbívoras vivem pastando, enquanto predadores jejuam e empanturram-se intermitentemente. Nossos corpos onívoros funcionam melhor nessas condições come-jejua, basta readaptar. Leia  o livro "Eat Stop Eat", de Brad Pillon.
Em regiões com invernos gelados ou locais com secas constantes, até à pouco tempo a comida era racionada. Animais silvestres, quando doentes ou feridos, jejuam. Sem esquecer a conexão espiritual favorecida pelo jejum, expandindo a consciência - é sabedoria ancestral.
Jejuar cura até verminose (vermes adoram carboidratos)! Hulda Clark, cientista canadense cheia de títulos, assegura que 100% dos portadores de câncer têm uma baratinha no fígado, a Fasciolopsis buski.

"Alimentar" a pele com luz solar perpendicular em pequenas doses, onde o colesterol  que compõe 20% do cérebro, disponibiliza cálcio e vitamina D - pró hormônio para o sistema imune; "nutrir" a microbiota com bactérias benéficas (pisar a terra - aterramento, consumir probióticos - kefir, fermentados), o intestino contém neurônios e fabrica serotonina; "alimentar" o organismo com sono reparador, são outras necessidades básicas.

É possível acordar o paladar para os sabores sutis da comida de verdade à moda antiga, onde até a recolecção de plantas alimentícias não convencionais contribui. Alimento natural restabelece o sensor de sabor. Na natureza selvagem as plantas não são amiláceas e as raras frutinhas são azedas, o carboidrato é escasso, predominando proteína e gordura.

E não podemos confiar apenas na "força de vontade" para nos lapidar; mudança contínua e religiosa de hábitos é a palavra-chave do empoderamento para habitar confortavelmente nosso corpo até a longevidade.

Marido, no meio do mês, completará um ano de crescente alimentação natural, evitando carboidratos refinados. Resultado - eliminou 14 kg de abdome globoso (gordura visceral).
"Perdeu" as dores difusas e inflamações constantes; controlou a insulina (estava praticamente diabético, com glicemia em jejum a 167); reduziu naturalmente a pressão arterial; os triglicerídeos baixaram de 750 para "cento e pouco".
A disposição física elevou-lhe a auto estima, potencializada pelos elogios de conhecidos ao ver a "magreza" num corpo mais definido.

E eu? Continuo nos 69 kg, considerando que tenho 1,68 de altura e 52 anos, consolidando a delicada fase de menopausa. Dores? Passam todas longe de mim...

2 comentários:

  1. Cristina, que bom ver que deu tudo certo para o seu marido. Você foi a peça-chave para o sucesso dele, porque encontrar os alimentos preparados, dosados, é tudo o que se quer. Acho que agora já incorporaram um novo método de alimentação e tudo caminha mais tranquilo.
    Beijo.

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    1. Olá, Lúcia!
      Nesta semana completará um ano de reeducação alimentar dele.
      Realmente já está incorporado... manter industrializados ultraprocessados, assim como farináceos e açúcares.

      Grande beijo procê!

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