11.4.18

Relação entre infarto e problemas dentários

VEJA  AQUI   E    AQUI

 Mulher com fio dental.
Alguns estudos afirmam que dentes ruins estão associados a coração ruim, levando a crer que cuidando melhor dos dentes, melhora-se o risco de infarto...

NADA DISSO !!!

Não é dente ruim que prejudica o coração... Nutrição ruim piora os dentes e coração, segundo Annika Dahkquists.
A causa comum entre ambos (dentes ruins e coração ruim) é alta proporção de carboidratos, baixa proporção de gordura natural e excesso de alimentos industrializados.
Açúcar e amido, juntamente com bactérias na boca, geram o ácido que destrói os dentes, causando cáries e inflamação da gengiva, que por sua vez causa perda dentária. 
Açúcar e amido, assim como o aumento do conteúdo de insulina que eles fornecem, causam inflamação das artérias, o que, por sua vez, causa ataques cardíacos.
Cuide dos dentes, cuide mais ainda da nutrição. Canal mal feito pode ser foco de bactérias que vazam para o sangue e nos inflamam. E não fume!

10.4.18

Discussão Nutricional no Parlamento Europeu

ORIGINAL AQUI ; AQUI E AQUI
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Médicos de renome, como Aseem Malhotra, estarão unindo forças em um painel de discussão no Parlamento Europeu em Bruxelas na próxima quinta-feira, 12 de abril.
A indústria alimentícia e a farmacêutica realmente matam pessoas por lucro? O debate descortinará o mundo obscuro do lobby da Big Food e da Big Pharma "para influenciar diretrizes dietéticas e médicas".
Eles apresentarão evidências de como as indústrias de alimentos e medicamentos têm coagido os médicos a prescrever tratamentos desnecessários e potencialmente prejudiciais. Acabarão com a "epidemia de desinformação" no meio médico e nutricional.
Esse grupo de cientistas médicos defende a redução do consumo de açúcar (farináceos e comida industrial), além dos danos de se intoxicar com "excesso de remédios".
"Choosing Wisely" é um grupo norte-americano fundado para iniciar conversas entre médicos e pacientes, combatendo tratamentos desnecessários. Esse grupo estará com eles.
Com os sistemas de saúde globais previstos para entrar em colapso nos próximos anos, duas coisas impulsionam a demanda cada vez maior: A carga crescente de doenças crônicas causadas pelo estilo de vida e o excesso de tratamento arbitrário e desnecessário, levando inúmeras pessoas a tomarem drogas e passarem por cirurgias com “benefício zero” e  muitos efeitos colaterais, ao mesmo tempo em que custam bilhões ao sistema de saúde.
Controvertidas drogas redutoras de colesterol, conhecidas como estatinas, ficarão sob os holofotes no evento em Bruxelas. Sir Thomson pediu por uma investigação independente sobre os medicamentos campeões de vendas, depois que as pesquisas descobriram que os dados dos testes existentes são falhos.
Haverá uma chamada aos diabéticos (tipo 1 e 2) a ignorar as diretrizes atuais do governo para dietas baixas em gordura. Em seu lugar, mostrarão o benefício para os diabéticos de seguir diretrizes que reflitam evidências científicas robustas e independentes. 
A nutrição correta (cortar açúcar,  farináceos e comida industrial) reduziria a dependência de medicamentos para diabetes e insulina em mais de 50%. 
Os membros do painel pedirão uma revisão completa das diretrizes nutricionais para remover a influência da Big Food e da Big Pharma.

3.4.18

Dicas para um cérebro saudável

Inspiração daqui     Resultado de imagem para imagem cérebro
Ingira alimentos naturais; comida de verdade. Inclua proteína animal na dieta, por ser mais fácil de digerir: frutos do mar, carnes, miúdos, aves, ovos, laticínios integrais moderados (ou de cabra, ovelha). Diminua as sementes (nozes).
As proteínas vegetais são ricas em “ anti-nutrientes” que roubam minerais do cérebro. Dieta vegana requer suplementação adequada de nutrientes essenciais, incluindo vitaminas B e K2. EPA, DHA, ferro e zinco. 

Evite grãos (trigo, milho, aveia, etc; o arroz é menos pior) e leguminosas (feijão, ervilha, lentilha, grão de bico, fava, soja, amendoim etc). 
São pobres em nutrientes e ricos em antimetabólitos: lectinas (pegajosas), glútens (irritam o trato digestivo), ácido fítico (é um imã mineral), cianeto (causa hipotiroidismo), arsênico.
Grãos e leguminosas não vêm envoltos em frutas doces, pois não são projetados para serem comidos. São de difícil digestão e de má adaptação ao nosso sistema metabólico.

Afaste ao máximo amidos refinados (farináceos) e açúcares (nas várias formas), pois causam picos anormalmente altos nos níveis de açúcar e insulina no sangue, que desestabilizam a química do cérebro.

Substitua óleos refinados industriais (soja, canola, milho, girassol, margarina etc), por gorduras naturais (banha, manteiga, óleos prensados a frio). 
Ácidos graxos ômega-6 promovem inflamação. Nosso cérebro e sistema imunológico exigem ômega-3 para funcionar adequadamente. 

Ao sentir sede, beba água pura; evite até mesmo suco natural de fruta sem açúcar, pois o corpo não consegue distinguir entre várias formas de açúcar líquido. 
Minimize o álcool e tenha cuidado com a cafeína, especialmente se tiver ansiedade ou insônia.

Teste a resistência à insulina (também conhecida como “pré-diabetes”): causa a maioria das demências, depressão, transtorno bipolar, psicose. 
Dieta de baixo carboidrato e exercício são eficazes e sustentáveis, mantendo um peso saudável, evitando o risco de condições médicas crônicas, incluindo diabetes, doenças cardíacas e algumas formas de câncer. 

Teste a deficiência de ferro. O cérebro precisa dele para a produção de neurotransmissores (serotonina,  dopamina e norepinefrina), geração de energia cerebral, função hipocampal (memória) e sinalização celular. 
Se houver deficiência, aumente a ingestão de carne vermelha, carne de órgãos e frutos do mar. Diminua a ingestão de alimentos vegetais que interferem na absorção de ferro. 
Fitatos (encontrados em feijões, nozes, sementes e grãos), oxalatos (encontrados em folhas escuras, beterraba, sementes de gergelim, batata-doce) e taninos (encontrados em nozes, cacau, vinho, chá, canela, frutas "que amarram a boca") reduzem o acesso do cérebro ao ferro.
Alimentos vegetais contêm uma forma de ferro que é difícil para o corpo humano utilizar. Suplementos serão necessários para veganos.

Teste deficiência de vitamina B12. Sem essa vitamina essencial, o corpo não pode sintetizar DNA, RNA, glóbulos vermelhos ou mielina (a substância que envolve e isola nossos circuitos cerebrais). 
Pode haver problemas psiquiátricos sérios (depressão, psicose, falta de memória, mudança na personalidade, manias). Meça o nível de ácido metilmalônico. 
Em deficiência nutricional simples de B12, aumente a ingestão de carnes vermelhas, moluscos, carnes de órgãos. 

Encontre uma forma de exercício prazerosa e faça pelo menos três vezes por semana. Musculação constrói e tonifica os músculos, ideal na prevenção e no gerenciamento da resistência à insulina.