12.8.17

sementola

Resultado de imagem para imagem gergelim, chia, sementes de girassol, abóbora e linhaça
Uma granola é um mix de grãos - é carregada de carboidratos, açúcar.
Uma sementola é um mix de sementes, portanto "Low Carb"!

Eis a minha receita favorita e de custo razoável:
500 gr de gergelim torrado com casca;
100 gr de sementes de chia;
100 gr de sementes de girassol descascadas;
50 gr de sementes de abóbora descascadas.

É só misturar e acondicionar num pote. Fica delícia sobre saladas, na omelete, kefir, sobre um caldo quentinho, e principalmente sobre abacate picadinho com outra fruta.
Não uso a linhaça na mistura porque ela necessita ser moída na hora para não rançar; ou ficar de molho para expor seus benefícios. Inteira, passa pelo trato gastrointestinal sem nos beneficiar. 
Também é possível bater a sementola no processador para formar uma farinha low carb, acrescentando então a linhaça. Não precisa ser de grife como a dourada; por dentro, a marrom é a mesma coisa.
Pode-se ainda fazer uma massa no liquidificador, acrescentando ovos, um tubérculo (cenoura ou outro) e fermento. Panqueca, torta, empadas e até pão recheado vão bem com peito de frango, atum ou sobras de carnes. 
A semente de abóbora, se vendida em 100 gr, pode-se congelar a metade para a próxima receita. Ela é muito intensa e rica em antinutrientes, não se deve exagerar. Mata até vermes!

9.8.17

Estilo de vida de inspiração ancestral / evolutivo

Um estilo de vida inclui todas as variáveis que permeiam nosso cotidiano. A inspiração ancestral / evolutiva faz com que se tenha uma abordagem ampla e holística de saúde / bem-estar.
Fatores como sono em local, horário e quantidade adequados a cada faixa etária / individualidade; exercícios físicos prazerosos e rotineiros; serenidade nos contatos sociais; estimulação mental - resolução de problemas corriqueiros;  imersão na natureza o máximo possível e contato direto com a terra (bactérias benéficas); exposição constante e moderada à luz solar com a pele nu; um propósito de vida; nutrição
Se considerarmos que a agricultura surgiu a apenas 3 % da existência humana, ainda não estamos totalmente adaptados a esse estilo de vida sedentário, não nômade, e aos alimentos daí advindos (grãos, frutos muito doces e constantes, baixa ingesta de proteína e gordura animal).
Se considerarmos que a alimentação e todo o estilo de vida moderno estão se afastando mais e mais do estilo ancestral / evolutivo, estamos então cada vez menos adaptados a esse mundo urbanizado. 
Doenças crônicas, degenerativas e autoimunes tendem a aumentar com horários estendidos para o início do sono, sua má qualidade e quantidade reduzida; o excesso de sedentarismo e digitalização, contatos sociais excessivos e efêmeros, estresse mental; afastamento da natureza e de suas bactérias benéficas, falta de exposição solar pelo trabalho em locais fechados; perda dos propósitos comunitários (nem filhos se tem mais); nutrição artificial.
Não se trata de voltar a dormir sobre árvores (e sonhar que se está caindo - alguém já?). Basta escolhermos sempre as possibilidades mais naturais possíveis e prezarmos o máximo pelas escolhas conscientes num estilo de vida mais minimalista e menos estressante.
Estressores como contaminantes industriais na água, solo e alimentos; poluição de toda forma - metais pesados, xenoestrógenos, poluição sonora e visual; energias eletromagnéticas, são abundantes em nossa vida modernizada.
O uso de quaisquer ferramentas tecnológicas deve melhorar nosso bem-estar geral e não prejudicá-lo a longo prazo. Assim como os excessos no estilo de vida apenas em episódios esporádicos também terão o efeito de uma válvula de escape.
Reflexões sobre boas escolhas alimentares, de movimento, sono, vida ao ar livre, em congruência com cada fisiologia, são necessárias a um sistema operacional enriquecedor à existência plena.

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