18.3.17

Manteiga X margarina

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QUAL É MAIS SAUDÁVEL?

VEJA OS INGREDIENTES:

Manteiga: Gordura de leite (nata), um pouco de sal.

Margarina: Óleos comestíveis, Gorduras comestíveis, Sal ou cloreto de potássio, Palmitato de ascorbilo, Hidroxianisol butilado, Fosfolípidos, Terc-butil-hidroquinona, Mono- e di-glicéridos de ácidos gordos formadores de gordura, Guanilato dissódico, Diacetiltartárico e ésteres de ácido gordo de glicerol, Propil, octil ou dodecil galato (ou suas misturas), Tocoferóis, Propileno glicol mono- e di-ésteres, Ésteres de sacarose de ácidos gordos, Curcumina, Extratos de annatto, ácido tartárico, 3,5, trimetilhexanal, Éster metílico ou etílico do ácido ß-apo-carotenóico, Leite em pó desnatado, Xantofilas, Cantaxantina, Vitaminas A e D.

PREFIRA   COMIDA  DE  VERDADE    
A farmácia da Comida de Verdade
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8.2.17

Dieta do Guerreiro - boa logística

APENAS JANTAR
Livro da Dieta do guerreiro
A dieta do guerreiro clássica se baseia no livro "The Warrior Diet" - ano 2001 do autor Ori Hofmekler, todavia é possível variações conforme as necessidades.
O básico da dieta é mesmo fazer somente a janta. Uma praticidade! A logística perfeita fez com que fosse seguida empiricamente ao longo da história.
Nas guerras dos primórdios, quando o corpo-a-corpo imperava, a única ração do dia era servida ao entardecer, quando os ânimos se assentavam (geralmente um sopão). Daí o nome.
Os civis em áreas de combate também racionavam ao máximo o parco alimento, deixando aquela minguada indulgência para abrandar a noite escura e tenebrosa.
A filosofia maior da dieta do guerreiro é manter o  “espírito guerreiro” permanentemente ativado, num corpo mais ágil e forte, com energia de sobra e mais instintivo.
O autor chama de undereating  as 20h / 22h de jejum, estimulante do Sistema Nervoso Simpático – responsável pelos mecanismos de luta ou fuga.
As 2 ou 4 horas de alimentação - overeating, é um período estimulante do Sistema Nervoso Parassimpático – responsável pelo relaxamento (por isso - jantar).
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Povos nórdicos residentes em áreas rurais faziam apenas uma refeição quente por volta das 17 horas para aproveitar ao máximo a escassa luz do dia.
Em diversos países do outro hemisfério ainda há esta cultura do "almojantar", com lanchinhos rápidos ao almoço e café da manhã.
Descansar duas horas na melhor parte do dia para almoçar, pode ser considerado desperdício de produtividade segundo esta lógica... Então, a dieta do guerreiro também é a dieta do empreendedor.
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Na colonização do Brasil, os bandeirantes em trânsito também paravam ao pôr do sol para fazer uma janta de uma panela só e dormir até o primeiro arrebol, quando seguiam viagem.
E depois os tropeiros levavam carne seca (ou caçavam), rapadura e farinha de mandioca. Pegavam plantas e frutos / sementes à beira da trilha. O feijão tropeiro vem desta tradição.
À época da escravidão, também servia-se o sopão apenas ao final da lida, no baixar do sol, quando todos eram recolhidos à senzala. Daí nossa feijoada!
Até o final do século XX, no nordeste brasileiro, em épocas de estiagem, as famílias numerosas eram obrigadas a racionar alimentos, fazendo uso também de protocolos parecidos.
Ainda hoje os vaqueiros pantaneiros e da caatinga fazem uso dessa logística básica: acordar antes do dia, vaquejar de sol a sol e refastelar-se com calma no cair da noite. Ao amanhecer, pode-se preparar um café preto ou chá antes de nova jornada.
Caminhoneiros autônomos que rasgam os rincões desse Brasil-continente, se servem de algum "belisquete" enquanto seguem viagem, parando à tardinha para fazer seu "rango". O arroz de carreteiro é típico.
Representantes comerciais (vendedores) costumam tomar um café da manhã reforçando na pousada onde pernoitam, pular o almoço adiantando as vendas e unicamente  jantar quando se hospedam à noite na pousada seguinte (para economizar na diária).
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O protocolo básico é de um jantar substancioso, lento e prazeroso que pode durar duas horas, entretanto seria melhor um "almojantar" ao crepúsculo, devido à digestão.
A densidade nutricional conta muito na dieta do guerreiro: muita comida de verdade, com carboidratos lentos (tubérculos e frutas menos doces), proteínas naturais e gorduras de boa qualidade; abuso dos vegetais, especiarias e ervas.
Nem há necessidade de uma disciplina espartana, basta um dia agitado, sem tempo. Todavia, é importante experiência prévia com jejum intermitente, estando assim ceto-adaptado (acostumado a queimar a gordura corporal estocada para esse fim).
Um acompanhamento com nutricionista é fundamental para um cardápio de acordo com cada individualidade bioquímica / metabólica e objetivos a serem alcançados.
Num protocolo com intervalo de 4 horas, usado para hipertrofia, pode-se comer antes do treino e logo após. Do início de uma refeição ao final da outra, não pode-se ultrapassar as 4 horas. 
No dia seguinte, ingere-se líquidos não calóricos: chá e café sem adoçar, suco verde sem fruta, água saborizada, caldo de ossos sem a gordura (gelar e tirar a "nata gordurosa").
É possível ingerir um vegetal cru no final da manhã: pepino, tomate, pimentão amarelo, salada verde (sem azeite), cenoura, talo de salsão...
Nenhum alimento energético / calórico é permitido fora do jantar: açúcares e amidos (carboidratos), gorduras, proteínas (exceto caldo de ossos). Frutas não; frutos (legumes) crus, sim.
A dieta do guerreiro é quase uma variável do jejum intermitente, portanto trazendo basicamente os mesmos benefícios.
Pode ser feita ocasionalmente, em dias fixos da semana, apenas algumas semanas seguidas, ou até mesmo por um período maior, sob supervisão médica para que haja resultado e não risco.

Minha dieta do guerreiro é às quintas-feiras, iniciando a janta por uma sopa de vegetais com carne. Tomo bastante água uma hora antes, para não confundir fome com sede.
Meu jejum intermitente começa no domingo. Faço de 24 a 72 horas, variando bastante neste meio-tempo. A sopa é sempre meu prato de elite, deixo pronta com antecedência. 
Batata doce, abóbora madura, frutas todas (abacate, coco, azeitonas) amendoim torrado, queijo artesanal, carnes inclusive de órgãos (vísceras) por sua densidade nutricional maior (coração de frango, moela, fígado, pele suína, língua e fígado bovino), muito ovo, alimentos sazonais.
Adoro sopa de berinjela com biomassa de casca de banana ou maracujá, folhas escuras, talos, ervas, uma leguminosa e frango! 
A personalidade individual conta muito mesmo na escolha da arte alimentar. A goiaba, por exemplo, é uma fruta que tem um perfume tão dela, só dela, com personalidade marcante. Entendeu?
Em minha concepção, jejum intermitente de 16 h é pouco, onde se dorme 9... serão apenas 7 horas efetivamente jejuando, pois no sono o metabolismo é lentíssimo. É mais metabólico tomar café bem cedinho (sem carboidrato) e atrasar a janta, passando o dia com água.
Para iniciados, benefícios consistentes advirão de um prazo estendido. O maior expert em jejum intermitente é o Dr.Valter Longo.
Estude boa ciência nutricional.

28.1.17

Homeostase, rajadas hormonais e persistência insulínica

Por que o organismo secreta nossos hormônios em rajadas periódicas durante o dia/noite? Pulsos de hormônios criam alguns efeitos máximos e logo cessam.
E se alimentássemos nosso corpo em algumas rajadas também, em vez de alimentá-lo a cada 2 ou 3 horas, antes mesmo que o processo digestório tenha terminado? 
Teríamos glicose e insulina na corrente sanguínea apenas poucas vezes ao dia. E se houvesse cuidados com carboidrato refinado, ocorreriam num nível baixo, assim como o organismo faz naturalmente com os outros tantos hormônios - com rajadas intermitentes.
Obesidade não leva à diabetes II. Ambas doenças (gêmeas siamesas) são geradas  pelo pai carboidrato refinado e pela mãe hiperinsulinemia.
Diabetes II é uma doença dietética relacionada ao excesso de glicose/insulina e não deve ser tratada com insulina sintética (apenas a diabetes I).
Se o organismo está saturado, pela lógica, se retira carboidrato (que eleva glicose/insulina) e tudo se abranda. Médicos de vanguarda trabalham assim.
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O médico Jason Fung (do Canadá) é um dos experts em resistência (persistência) insulínica. Em seu livro "O Código Obesidade", ele deixa claríssimo como a diabetes II se instala.
Não quer síndrome metabólica / tornar-se diabético II no futuro? Monitore agora os carboidratos refinados / industrializados (sobretudo os ultra processados)... Tudo a que nos expomos demais, faz-nos resistir. 
Eu raramente tomava coca-cola em meus tempos de "comilança". Quando tomava, à noite parecia um zumbi. Pessoas "usuárias", nem percebem que esse refrigerante tira o sono.
Aqui na oficina do marido, há fortes ruídos esporádicos. Alguns clientes saltam de susto ao ouvir um barulhão. Nós que aqui trabalhamos, somos resistentes e mal notamos.
Nessa lógica básica, nutricionistas não poderiam recomendar arroz integral e "pão 30 grãos" aos diabéticos II... Todo esse açúcar aumenta a insulina no sangue e deixa o diabético ainda mais resistente a ela. Até mesmo a insulina em jejum ficará elevada, já começa-se o dia adoecendo.
Se o médico ministrar insulina diária ao paciente diabético II, a glicemia abaixa e a doença piora sorrateiramente, num comportamento auto-destrutivo. A obesidade se instala, e com ela, suas companheiras (hipertensão, dislipidemia, inflamação crônica). 
Qualquer hora o cabo-de-guerra que já dura décadas, vai arrebentar: num infarto, insuficiência renal, câncer ou qualquer outra "complicação" num órgão mais fraco. Normal e esperado para a medicina convencional?
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Jejuns intermitentes monitorados por um médico atualizado (com alimentação moderada em carboidrato) apaziguariam crescentemente a resistência - fariam o organismo se desacostumar (desintoxicar) a tanta glicose e consequentemente insulina, evitando a diabetes II.
A diabetes II, após instalada, não apresenta reversão/regressão, apenas remissão (com alimentação de baixo carboidrato refinado).
A homeostase é a tentativa de restaurar o equilíbrio corporal diante de uma exposição persistente, pender para o lado oposto, garantindo a sobrevivência. Se o açúcar persiste, o organismo resiste (com insulina em excesso).
Esse cabo-de-guerra é uma adaptação para tentar nos proteger de sucessivas agressões, diminuindo o número de receptores (e não há genética boa que consiga evitar).
O excesso de secreção insulínica (devido ao excesso de carboidratos) vem bem antes da resistência (persistência) insulínica, que vem bem antes da diabetes II. 
A "diabesidade" é facilmente evitável com alimentação moderada em carboidratos - o oposto da pirâmide alimentar e conselhos nutricionais tradicionais. 
Imagens Net.

17.1.17

Gula e preguiça?


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Sim, a gula e a preguiça são dois pecados capitais. E não, você não está corpulento por ser guloso e preguiçoso!
Comemos demais quando já estamos acima do peso. A adiposidade abre o apetite devido ao descontrole hormonal. 
Orientações dietéticas desatualizadas que recomendam baixa gordura e alto carboidrato levam à fome constante e obesidade. Aí mandam se movimentar... Todos sabemos que movimento abre apetite!
Quem se encontra acima do peso deve baixar carboidratos alimentares, eliminar certos industrializados (os ultraprocessados), e aumentar a ingesta de gorduras de fontes naturais. Deve evitar frutas muito doces, restringir açúcar e farinha de trigo (fubá, tapioca e arroz integral saudável também).
Deve eliminar gordura vegetal hidrogenada, margarina e óleos ultraprocessados (de soja, canola, girassol, milho, etc). Usar banha de porco e manteiga se não puder pagar por óleos prensados a frio, mais caros.
Ensaios clínicos sérios feitos com randomização, mostram que 80% do sucesso do emagrecimento está no prato e apenas 20% na atividade física.
É possível emagrecer sem atividade física? Sim! Todavia não aconselhável devido a todos os outros benefícios advindos do movimento.
É possível deletar a pança exagerando na atividade física e apenas diminuindo o tamanho do prato (comendo pouca gordura boa e muito carboidrato-lixo)? Difícil a longo prazo, pois exercício dá fome e carboidrato-lixo também!
A epidemia mundial de obesidade vem daí. O pior é culpar o obeso (que na verdade é a vítima do status quo) por sua obesidade e por deixar que surjam riscos aumentados para: pressão arterial / dislipidemia / gordura no fígado / inflamação e dores difusas / diabetes II / infarto / derrame / câncer.
Já viu alguém se acabar comendo vegetais? Mesmo a carne, se feita sem glutamato monossódico, não leva à gula. 
A hiperpalatabilidade dos industrializados leva ao exagero... Ter em casa esses produtos é uma armadilha venenosa.
Pepino: "é impossível comer um só"...

16.1.17

Diferença entre dieta páleo e low carb


Na imagem acima temos a diferença:
Alimentos páleo são aqueles naturais, que simulam o que um caçador / coletor conseguiria se ficasse perdido numa área rural desabitada.
Alimentos low carb contém baixo teor de carboidratos e devem ser preferencialmente naturais, pois faz parte da filosofia e o nosso "Guia Alimentar" evita alimentos industrializados processados demais.`
À esquerda, em verde, temos frutas e tubérculos cheios de carboidratos, que são "Slow Carb" - carboidratos de absorção lenta e também são naturais, páleo.
À direita, temos produtos low carb, contudo são altamente industrializados, obviamente não são páleo e devem ser consumidos em forma de tempero, apenas um complemento esporádico.
Os alimentos do centro do círculo são aqueles em que deve-se focar as principais refeições: carnes naturais, ovos, gorduras de fonte natural (banha de porco para cozer) e muitos, muuuuitos vegetais de baixo amido forrando o prato.
Ao comer low carb, o prato é repleto de vegetais frescos, seguido por gorduras de fonte natural (coco, azeitona, abacate, ovos, oleaginosas, amendoim, óleos prensados a frio). Por fim, moderado em proteínas - carnes gordas (inclusive de órgãos, que são mais nutritivas - moela, bife de fígado, língua bovina) e laticínios integrais.
Uma sopa de vegetais (folhas, talos e frutos - "legumes") com carne e uma fruta não tão doce na sobremesa é um perfeito prato páleo / low carb, assim como uma salada mista e carne natural.
Imagem Net

3.1.17

Alergia a carboidratos?

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Alergia é palavra forte; todavia, intolerância cai bem.
Se alguém, ao abusar a vida toda dos carboidratos, desenvolve resistência insulínica, pré-diabetes ou pior, diabetes II... Tá esperando o que para afastar esse macronutriente que lhe destroi?
Não é difícil e bem gostoso comer leve! Deixe de ser teimoso... menos monótono que comer pão com leite / arroz com feijão. É somente comida de verdade, caseira - fresca e rápida.

Desjejum - 3 ovos com vegetais ( cebola / salsinha / pimentão maduro / abobrinha ou chuchu ralado / tomate) -  já tem carboidratos suficientes nesses vegetais; tome café sem adoçar.

Lanche da manhã - amendoins torrados / oleaginosas e 1 fruta de baixo glicídio ( goiaba, frutinhas vermelhas, maçã verde, pêssego e afins, kiui, 1 citrus, melão) - a fruta deve estar ainda verdolenga (de vez, quase madura), pois o amido (resistente) ainda não se converteu totalmente em frutose.

Almoço - carne / vegetais cozidos de baixo amido e salada crua - à vontade. Uma fruta (de baixo glicídio) de sobremesa.

Lanche da tarde - abacate com limão e canela / coco em pedaços / uma fatia de queijo curado / 1 lata de atum ou sardinha (em água, não óleo).

Jantar - igual ao almoço ou sopa / caldo de vegetais (folhas escuras, talos e frutos - "legumes") com carne e cúrcuma. Sobremesa - um quadrinho de chocolate 70%.

Ceia - um pedacinho de batata-doce (cará, inhame, baroa, mandioca, pinhão, milho na espiga) ou 1 banana prata pequena (com gergelim, chia, semente de abóbora e girassol + canela).
Carboidrato natural ajuda no sono, contudo as sementes são fundamentais para "lubrificá-lo" e frear o índice glicêmico.

Veja este trabalho da Universidade do Alabama - cidade de Birmingham. O estudo aponta que diabetes II pode ser prevenido e revertido com alimentação de baixo carboidrato. 


Com a insulina alta no sangue, a queima de gordura é desativada e engorda-se.  Não há como acessar as reservas de gordura para queimá-las, por conta do bloqueio promovido pela insulina.
Não se engorda por comer demais, mas sim pelo excesso de açúcar no sangue devido aos carboidratos. O processo de engorda dá muita fome por causa da desregulação hormonal. É torturante mandar o gordinho comer pouco... Ele deve comer muito... desde que sem carboidrato, aí a fome vai sumindo sozinha.
Evite / restrinja álcool, açúcar simples, farinha de trigo integral, margarina (use manteiga), leite bovino, frituras, batata inglesa, produtos industrializados ultra processados.
Adoçantes - use estévia 100%, xilitol, eritritol.
Cozinhe na banha de porco (uma ponta de faca) com sal grosso simples e ervas / especiarias à vontade.
Ingira água e faça exercícios prazerosos corriqueiros (pule corda rapidinho). Torne-se amigo do seu estresse e durma adequadamente (local preparado - 22 horas às 5 ou 6 horas da manhã. inclusive fins de semana). 
Cultive a contemplação, serenidade e paz de espírito; contente-se com pouco. Programe jejuns intermitentes com apoio médico (fortalecendo corpo e espírito).
É A DIFERENÇA ENTRE VIVER DOENTE OU SAUDÁVEL.

3.12.16

Cérebro de farinha

Bem sei que o blog está mofado... nem os comentários eu acesso mais!
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A brasileira Slow Carb continua firme com alimentos de verdade, assim como o marido e filho. Deixamos 10% para escapadas com comida-lixo (bebida-lixo no caso do marido).
Em outubro, li o livro Dieta da Mente - Grain Brain". O nome traduzido é estranho; em Portugal chama-se "Cérebro de Farinha", um nome mais inteligente! A essência é que açúcar e grãos refinados inflamam o cérebro, sobretudo o trigo moderno.
O autor é o neurologista David Perlmutter, da Flórida, que retira o trigo de muitos pacientes crônicos e os sintomas (dos mais diversos) amenizam ou desaparecem.
EIS A SINOPSE:
"Prepare-se para descobrir a verdade sobre os efeitos do trigo, do açúcar e dos carboidratos sobre o seu cérebro. Em "A Dieta da Mente", David Perlmutter apresenta uma descoberta que há muito tempo tem sido escondida pela literatura médica: os carboidratos podem destruir seu cérebro. Até mesmo aqueles considerados “saudáveis”, como os grãos integrais, podem causar demência, déficit de atenção, epilepsia, ansiedade, enxaquecas, depressão, redução da libido e muito mais. Inovador e oportuno, "A Dieta da Mente" mostra que o destino do seu cérebro não está na sua genética. Está naquilo que você come. Misturando pesquisas de ponta e histórias reais de transformação, David Perlmutter explica por que uma dieta rica em “gorduras boas” é ideal para o corpo e poderá fazê-lo emagrecer sem voltar a engordar. O revolucionário programa de quatro semanas proposto neste livro aponta o caminho para se manter o cérebro saudável, vibrante e aguçado, sem medicamentos. Com recomendações fáceis de seguir, receitas deliciosas e metas semanais, o plano de ação de Perlmutter prova que você pode assumir o controle de seus genes, recuperar o bem-estar e manter a saúde e a vitalidade por toda a vida."

Ele foca na redução urgente dos carboidratos, principalmente os processados: eles sobem os ponteiros da balança e causam alterações glicêmicas. 
Novas pesquisas apontam aumento do risco de doenças neurológicas bastante temidas, como o Alzheimer, outras demências e diversos distúrbios que trazem consigo a queda na cognição. 
Perlmutter argumenta que glicose no sangue é prejudicial ao cérebro em geral e, mais especificamente, para o hipocampo, o mediador da função de memória. Leva a seu encolhimento.
Estudos apontam pessoas que adotaram dieta com alto teor de gordura natural e obtiveram uma diminuição do risco em 44%. 
Aconselhamento dele: “Tem-se noção errônea de que uma caloria é uma caloria, não importando se vem da gordura, proteína ou carboidrato; todavia, para a saúde do cérebro (e o resto do corpo) há grandes diferenças sim entre elas em termos de impacto à saúde.”
Eis um filminho!    E de outro livro: "Barriga de trigo" 

Ninho vazio - "Fiotão voou...


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O Cláudio está morando e trabalhando em Indaiatuba, na grande Campinas. Apesar de voltar aos fins de semana, é recente e ainda sinto falta... 
Com mais de três anos numa fábrica de avionetas, ele ficou desempregado em outubro de 2015... Depois, foram 10 meses numa indústria de display aqui mesmo no município, como citado aqui,   aqui,  aqui.
Todo o processo seletivo durou árduos mais de três meses. É uma multinacional que fabrica bagagens de alto luxo e começa com a letra R. 
Eu jamais imaginava que houvesse esse tipo de mercado de  para malas e acessórios de viagem. 
Não é irônico alguém que ficou tanto tempo numa indústria de avionetas passar a fabricar bagagens? Outra ironia grande é que ele irá implantar o "Sistema Lean Manufacturing" do outro lado da rua de uma fábrica da Toyota!
O salário é bom, contudo serão descontados 10% devido às suas faltas sucessivas às sextas-feiras à tarde devido ao mestrado. O curso de especialização (e agora o mestrado) numa Universidade de ponta fez a diferença.
Por enquanto, ele está alojado com um amigo (e sua namorada) de infância, cuja família mora a 700 metros daqui - o "Japa". 
Em agosto, ele e outro amigo antigo, foram almoçar com o Japa, que estava em visita à família. Ali recebeu a dica sobre a vaga na empresa do Japa e tudo começou. Está sendo apadrinhado pelo amigão, cujo irmão o Cláudio já ajudou a empregar-se na fábrica de avionetas...
Apartamentos de 1 quarto saem por mais de um salário mínimo, ele está decidindo por um ao lado de uma grande universidade particular. 
Pretende tentar umas aulinhas de substituição à noite para ajudar no orçamento, pois viaja toda semana e ainda tem o mestrado lá longe, em São Carlos. 
Ele formará um triângulo com 700 km rodados, fora o que roda durante a semana em Indaiatuba. Um salário mínimo e meio só em combustível e pedágio. Por enquanto o mestrado está em recesso.
Conclusão: Sobra salarial mesmo, será pouco. E a "mãetrocínio" continuará a postos com prazer. E que tudo corra bem numa cidade grande e perigosa...

8.11.16

Mingau adocicado de fubá, aveia ou mandioca


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6 COPOS DE ÁGUA

2 COPOS DE LEITE INTEGRAL “DE SAQUIN”

1 COLHER MUITO CHEIA DE AÇÚCAR CRISTAL (OU ADOÇANTE  NATURAL)

1 PITADA DE CANELA

1 COLHER DE MANTEIGA COM SAL (PARA AVELUDAR)

2 COLHERES CHEIAS  DE FUBÁ OU 
AVEIA EM FLOCOS GRAÚDOS/GROSSOS/ LAMINADOS  (LIQUIDIFICAR) 
OU MANDIOCA COZIDA (PASSAR NA PENEIRA).

Cozer em fogo brando por 15 minutos ao abrir fervura, mexendo. Servir em qualquer temperatura, com frutinhas. Rende 3 porções.

Nada de mingau de farinha de trigo, ou maizena ou polvilho!
Fiotão adora consumir nos dias de academia...

31.10.16

Açúcar amargo, salgado ou azedo?

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O Dr. Robert Lustig, professor de pediatria e endocrinologia na Universidade da Califórnia em San Francisco (UCSF) é o mestre em alerta contra açúcar aqui no continente americano.
Açúcar e amido  são carboidratos. Existem, na dieta humana, basicamente 3 açúcares simples, contendo uma única molécula:  glicose,  frutose e galactose
Juntando duas dessas moléculas, teremos os dissacarídeos: sacarose (glicose + frutose), lactose (glicose + galactose) e maltose (glicose + glicose). 
O que fornece o sabor adocicado ao açúcar é a frutose, por isso a lactose não deixa o leite doce, e a maltose conserva a cerveja bem amarga (cerveja é puro açúcar).
Na linguagem cotidiana, o açúcar - pó branco extraído da cana que usamos para adoçar, é a sacarose (glicose com frutose meio-a-meio). 
Lustig enfatiza que a frutose está presente na natureza em pequenas quantidades, em doses ocasionais, sempre associada a fibras em frutas ou vegetais adocicados. Ele considera a frutose uma toxina bem parecida com o álcool (são primos, vindos da cana), e que é metabolizada pelo fígado de forma similar. 
Assim como no caso do álcool, pequenas quantidades "homeopáticas" de frutose esporádicas não são ruins. A quantia excessiva e constante que consumimos no mundo moderno levam ao acúmulo de gordura no fígado (esteatose), resistência à insulina, gordura visceral (em volta dos órgãos) e omental (dentro dos outros órgãos), etc.
Lustig não é um "Low Carber", pois vê problema na frutose apenas. A glicose do amido não lhe assusta; ele aprova carboidratos naturais não adocicados, todavia é contra alimentos ultraprocessados pela indústria. 
Quanto às gorduras, ele afirma que a saturada é neutra, a monoinsaturada é saudável, ômega-6 em excesso é ruim (inflamatória) e o problema são as gorduras artificiais (óleos processados extraídos de sementes e gorduras trans).
Uma famosa palestra dele no Youtube é "Açúcar, uma verdade amarga".
Nota: açúcar mascavo, melaço e similares são apenas menos mal. O mel é pura frutose, assim como xarope de agave, bordo, de milho. Perigosos! Os benefícios do mel não pasteurizado, contendo micro-organismos, se anulam devido ao excesso da tal frutose...
Frutas silvestres são menos doces, evite aquelas "meladas". As frutas quando ainda não estão tão maduras possuem menos frutose. Fruta em geral, quando consumida integralmente, é mais saudável que seu suco. 
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