17.6.18

Ouvindo o corpo

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Minha imunidade baixou por razões emocionais e tive amigdalite dupla.
Três dias com febre, corpo "moído", dores pontiagudas nas amigdalas, náuseas.
Eu confiei na febre como antibiótico natural: ela cria um ambiente hostil aos patógenos ao aumentar a temperatura corporal. Estressados,  eles se reproduzem menos.
Também confiei na falta de apetite para manter um jejum, com monodieta (abacate uma vez ao dia). Liberei energia para a cura, em vez de fazer digestão.
O intestino prendeu-se para absorver o máximo dos nutrientes já ingeridos, visto que o corpo ansiava pelo jejum.
Fiz absoluto repouso nos momentos em que não estava trabalhando; passei dois dias sem banho...  tomando muita água e chá sem adoçar.
Estou satisfeita com a cura natural, apenas a pele do rosto descamou um pouco. Monitorei a febre para não passar de 39.

15.6.18

Medicação: 3ª maior causa de morte

Original  AQUI


As  mortes  por  medicação só perdem para doenças cardíacas e câncer.
Eu realmente preciso desse teste, procedimento ou medicação? Quais são os riscos? O que acontece se eu não o fizer? Existem opções mais simples ou mais seguras?
Médicos nem sempre sabem o que é melhor para cada individualidade dos pacientes. A tomada de decisão compartilhada (entre médico e paciente - aqui) deve receber prioridade máxima no gerenciamento do tratamento.
Farmacêuticos também devem ajudar os pacientes na melhor compreensão de seus medicamentos para reduzir efeitos nocivos da polifarmácia.
Médicos sabem que 80% das doenças crônicas são causadas pelo estilo de vida: nutrição inadequada, tabagismo, sedentarismo e outros. Falta-lhes confiar nos resultados de estudos observacionais de alta qualidade e ensaios controlados randomizados, e aplicá-los. 
Um terço de gastos em assistência médica não trazem benefícios ao paciente (aqui). Um em cada sete tratamentos médicos e cirúrgicos não deveriam ter sido realizados (AQUI).
Uma epidemia de desinformação, torna difícil para profissionais de saúde e pacientes, conhecer reais benefícios e riscos de tratamentos: financiamentos tendenciosos da pesquisa, relatórios tendenciosos em periódicos médicos, reportagens tendenciosas na mídia, informações meramente comerciais.
Conflitos de interesse da indústria farmacêutica se aproveitam da incapacidade dos médicos de compreender e comunicar estatísticas de saúde (aqui).
É um imperativo ético que médico e paciente entendam a diferença entre risco relativo e absoluto (ou NNT), para proteger os pacientes de ansiedade e manipulações desnecessárias. Numa pesquisa com profissionais de saúde, 70% falharam no teste de três perguntas sobre avaliação crítica de medicina baseada em evidências (aqui) .

7.6.18

Por que comer gordura?

10 RAZÕES PARA COMER MAIS GORDURA NATURAL:

EMAGRECE
(porque regula os hormônios)
2
AUMENTA O HDL E REDUZ OS TRIGLICERÍDEOS 
(se diminuir carboidrato) 
REDUZ A GORDURA DO FÍGADO 
(que é causada por carboidrato) 
DÁ MUITO MENOS FOME 
MANTÉM O AÇÚCAR NO SANGUE ESTÁVEL 
(evita diabetes) 
MELHORA A ABSORÇÃO DE VITAMINAS
LIPOSSOLÚVEIS E DOS MICRONUTRIENTES 
REDUZ A VONTADE DE AÇÚCAR 

DEIXA A COMIDA MAIS SABOROSA, 

MACIA E SUCULENTA 
É INOFENSIVA A MILÊNIOS 
(gordura natural, mesmo a saturada, é saudável) 
10 
É ACESSÍVEL E PRÁTICA 
Basta escolher alimentos com gordura natural: carnes e miúdos, ovos, laticínios, frutas gordas (abacate, coco, azeitona), oleaginosas, sementes (amendoim, chia, girassol, abóbora, gergelim).

Gordura hidrogenada / óleo vegetal = veneno

1.6.18

Estresse circulatório em diabéticos

Texto  original AQUI

Resultado de imagem para imagem insuficiencia cardiaca
A insuficiência cardíaca é uma complicação diabética de açúcar no sangue mal controlado.

Pessoas com diabetes têm (além da hipertensão arterial e doença cardíaca coronária) uma causa de insuficiência cardíaca, nomeadamente estresse circulatório.

O que significa? 
O alto nível de açúcar no sangue faz com que a dinâmica do sistema cardiovascular mude...

O estresse no coração aumenta com o aumento da carga de fluidos no próprio coração. Essa carga é bastante discreta, mas por ser crônica, torna-se séria. 

O controle inadequado da glicemia (HbA1c> 9,5%, ou seja, 80 mmol / mol) resulta em quase o dobro do risco de insuficiência cardíaca. Necessita acompanhamento médico, nutrição adequada e movimento.

Nota minha:
Diabéticos se deterioram apenas se o sangue estiver doce demais...
Nutrição com baixo carboidrato é fundamental no controle e até remissão de diabetes (e suas tantas complicações). 
"Sangue doce" faz com que as pontinhas (extremidades) do corpo sejam mal nutridas (mal irrigadas) e adoeçam.
Imagem google

7.5.18

Vale do Silício e jejum pago

Original AQUI
Considerado um modismo ou mania, ideia preocupante... No Vale do Silício há jejuns pagos através de aplicativos, suplementos, fóruns de ajuda. O objetivo é aumentar a produtividade, vendidos como “biohackings”.
Há um corpo crescente de pesquisas e evidências que mostram uma ligação entre jejum e aumento de foco e produção. E talvez até longevidade.
"Períodos de jejum fazem bem", diz Dr. Peter Attia. “Os benefícios são evidentes muito rápido, as pessoas logo percebem mais desempenho, então vale a pena”.
Como parte de um programa de prevenção do diabetes, o PlateJoy, um aplicativo de assinatura de plano de refeições, incentiva os usuários a perder peso e diminuir o risco da doença. 
A empresa não diria quantos clientes tem, mas cerca de 20 milhões de pessoas são elegíveis para receber gratuitamente o programa de treinamento e acompanhamento de progresso de US $ 230 por ano através de sua seguradora de saúde. (Seguradoras pagam ao PlateJoy quando seus clientes perdem peso). 
A co-fundadora Christina Bognet, uma ex-consultora de saúde e neurocientista treinada pelo MIT, diz que o plano incentiva a alimentação com restrição de horário, na qual os praticantes comem apenas durante uma janela de algumas horas.
A Hvmn (pronuncia-se “humano”) busca clientes principalmente em produtividade e desempenho. Seus cubos de café mastigáveis ​​e outros suplementos devem melhorar o foco e a função cognitiva. 
Outro produto contém versões sintéticas de cetonas, compostos que o corpo cria quando está em jejum por tempo suficiente para queimar gordura. 
A Hvmn comercializa a bebida para os atletas (US $ 99 para três pequenos frascos) como forma de melhorar o desempenho e acelerar a recuperação. "É um combustível mais eficiente para o cérebro e para o corpo", diz o co-fundador Geoffrey Woo, apesar de dizer que eles não são destinados a substituir os benefícios do jejum, e sim complementar.
Woo, que jejua 36 horas uma vez por semana, também ajudou a iniciar o WeFast, um conjunto de fóruns do Facebook e Slack com milhares de membros que postam conselhos e incentivos, acompanham seu progresso e se conectam às pesquisas científicas mais recentes sobre o jejum. 
Woo espera que o jejum se torne uma indústria multibilionária. "O problema é um consumo alimentar excessivo, e isso significa instalar uma nova cultura em torno da alimentação".
Valter Longo, professor da Universidade do Sul da Califórnia, estuda a restrição alimentar e a longevidade por décadas. Descobriu que ratos em dietas de jejum vivem mais e realizam melhor as tarefas / têm células cancerígenas morrendo de fome, auxiliando a quimioterapia / dieta de muito baixa caloria retarda esclerose múltipla, matando as células ruins e gerando novas. 
Ele defende o jejum de vários dias e vende um pacote de dieta de US $ 250 por cinco dias que, segundo ele, imita os efeitos de um jejum. A caixa, chamada ProLon, inclui sopas, misturas para bebidas, barras de café da manhã, suplementos vitamínicos e até sobremesas, mas as porções são pequenas o suficiente para que o doente cancerígeno consuma apenas 1.100 calorias no primeiro dia e cerca de 750 em cada um dos próximos quatro, simulando um jejum.
Ratas em dietas de jejum mostraram desequilíbrios hormonais e encolhimento do ovário. Quanto aos humanos, não há dados suficientes sobre os efeitos a longo prazo
Planos alimentares restritos podem tornar as pessoas mais suscetíveis à anorexia nervosa e a outros distúrbios, diz Lauren Smolar, diretora de programas da National Eating Disorders Association.
O capitalista de risco Libin, que perdeu 60 quilos com jejum, reconhece que não é para todos. "É algo que funciona muito bem para mim. “Eu tenho mais energia, resistência, clareza mental, meu humor é melhor - eu ponderei tudo isso".
Meu parecer: o jejum é milenar dentro das religiões por seu poder transcendental, na medicina ayurveda, na macrobiotica. Há inúmeros protocolos, todavia deve ser iniciado sob supervisão médica.

11.4.18

Relação entre infarto e problemas dentários

VEJA  AQUI   E    AQUI

 Mulher com fio dental.
Alguns estudos afirmam que dentes ruins estão associados a coração ruim, levando a crer que cuidando melhor dos dentes, melhora-se o risco de infarto...

NADA DISSO !!!

Não é dente ruim que prejudica o coração... Nutrição ruim piora os dentes e coração, segundo Annika Dahkquists.
A causa comum entre ambos (dentes ruins e coração ruim) é alta proporção de carboidratos, baixa proporção de gordura natural e excesso de alimentos industrializados.
Açúcar e amido, juntamente com bactérias na boca, geram o ácido que destrói os dentes, causando cáries e inflamação da gengiva, que por sua vez causa perda dentária. 
Açúcar e amido, assim como o aumento do conteúdo de insulina que eles fornecem, causam inflamação das artérias, o que, por sua vez, causa ataques cardíacos.
Cuide dos dentes, cuide mais ainda da nutrição. Canal mal feito pode ser foco de bactérias que vazam para o sangue e nos inflamam. E não fume!

10.4.18

Discussão Nutricional no Parlamento Europeu

ORIGINAL AQUI ; AQUI E AQUI
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Médicos de renome, como Aseem Malhotra, estarão unindo forças em um painel de discussão no Parlamento Europeu em Bruxelas na próxima quinta-feira, 12 de abril.
A indústria alimentícia e a farmacêutica realmente matam pessoas por lucro? O debate descortinará o mundo obscuro do lobby da Big Food e da Big Pharma "para influenciar diretrizes dietéticas e médicas".
Eles apresentarão evidências de como as indústrias de alimentos e medicamentos têm coagido os médicos a prescrever tratamentos desnecessários e potencialmente prejudiciais. Acabarão com a "epidemia de desinformação" no meio médico e nutricional.
Esse grupo de cientistas médicos defende a redução do consumo de açúcar (farináceos e comida industrial), além dos danos de se intoxicar com "excesso de remédios".
"Choosing Wisely" é um grupo norte-americano fundado para iniciar conversas entre médicos e pacientes, combatendo tratamentos desnecessários. Esse grupo estará com eles.
Com os sistemas de saúde globais previstos para entrar em colapso nos próximos anos, duas coisas impulsionam a demanda cada vez maior: A carga crescente de doenças crônicas causadas pelo estilo de vida e o excesso de tratamento arbitrário e desnecessário, levando inúmeras pessoas a tomarem drogas e passarem por cirurgias com “benefício zero” e  muitos efeitos colaterais, ao mesmo tempo em que custam bilhões ao sistema de saúde.
Controvertidas drogas redutoras de colesterol, conhecidas como estatinas, ficarão sob os holofotes no evento em Bruxelas. Sir Thomson pediu por uma investigação independente sobre os medicamentos campeões de vendas, depois que as pesquisas descobriram que os dados dos testes existentes são falhos.
Haverá uma chamada aos diabéticos (tipo 1 e 2) a ignorar as diretrizes atuais do governo para dietas baixas em gordura. Em seu lugar, mostrarão o benefício para os diabéticos de seguir diretrizes que reflitam evidências científicas robustas e independentes. 
A nutrição correta (cortar açúcar,  farináceos e comida industrial) reduziria a dependência de medicamentos para diabetes e insulina em mais de 50%. 
Os membros do painel pedirão uma revisão completa das diretrizes nutricionais para remover a influência da Big Food e da Big Pharma.

3.4.18

Dicas para um cérebro saudável

Inspiração daqui     Resultado de imagem para imagem cérebro
Ingira alimentos naturais; comida de verdade. Inclua proteína animal na dieta, por ser mais fácil de digerir: frutos do mar, carnes, miúdos, aves, ovos, laticínios integrais moderados (ou de cabra, ovelha). Diminua as sementes (nozes).
As proteínas vegetais são ricas em “ anti-nutrientes” que roubam minerais do cérebro. Dieta vegana requer suplementação adequada de nutrientes essenciais, incluindo vitaminas B e K2. EPA, DHA, ferro e zinco. 

Evite grãos (trigo, milho, aveia, etc; o arroz é menos pior) e leguminosas (feijão, ervilha, lentilha, grão de bico, fava, soja, amendoim etc). 
São pobres em nutrientes e ricos em antimetabólitos: lectinas (pegajosas), glútens (irritam o trato digestivo), ácido fítico (é um imã mineral), cianeto (causa hipotiroidismo), arsênico.
Grãos e leguminosas não vêm envoltos em frutas doces, pois não são projetados para serem comidos. São de difícil digestão e de má adaptação ao nosso sistema metabólico.

Afaste ao máximo amidos refinados (farináceos) e açúcares (nas várias formas), pois causam picos anormalmente altos nos níveis de açúcar e insulina no sangue, que desestabilizam a química do cérebro.

Substitua óleos refinados industriais (soja, canola, milho, girassol, margarina etc), por gorduras naturais (banha, manteiga, óleos prensados a frio). 
Ácidos graxos ômega-6 promovem inflamação. Nosso cérebro e sistema imunológico exigem ômega-3 para funcionar adequadamente. 

Ao sentir sede, beba água pura; evite até mesmo suco natural de fruta sem açúcar, pois o corpo não consegue distinguir entre várias formas de açúcar líquido. 
Minimize o álcool e tenha cuidado com a cafeína, especialmente se tiver ansiedade ou insônia.

Teste a resistência à insulina (também conhecida como “pré-diabetes”): causa a maioria das demências, depressão, transtorno bipolar, psicose. 
Dieta de baixo carboidrato e exercício são eficazes e sustentáveis, mantendo um peso saudável, evitando o risco de condições médicas crônicas, incluindo diabetes, doenças cardíacas e algumas formas de câncer. 

Teste a deficiência de ferro. O cérebro precisa dele para a produção de neurotransmissores (serotonina,  dopamina e norepinefrina), geração de energia cerebral, função hipocampal (memória) e sinalização celular. 
Se houver deficiência, aumente a ingestão de carne vermelha, carne de órgãos e frutos do mar. Diminua a ingestão de alimentos vegetais que interferem na absorção de ferro. 
Fitatos (encontrados em feijões, nozes, sementes e grãos), oxalatos (encontrados em folhas escuras, beterraba, sementes de gergelim, batata-doce) e taninos (encontrados em nozes, cacau, vinho, chá, canela, frutas "que amarram a boca") reduzem o acesso do cérebro ao ferro.
Alimentos vegetais contêm uma forma de ferro que é difícil para o corpo humano utilizar. Suplementos serão necessários para veganos.

Teste deficiência de vitamina B12. Sem essa vitamina essencial, o corpo não pode sintetizar DNA, RNA, glóbulos vermelhos ou mielina (a substância que envolve e isola nossos circuitos cerebrais). 
Pode haver problemas psiquiátricos sérios (depressão, psicose, falta de memória, mudança na personalidade, manias). Meça o nível de ácido metilmalônico. 
Em deficiência nutricional simples de B12, aumente a ingestão de carnes vermelhas, moluscos, carnes de órgãos. 

Encontre uma forma de exercício prazerosa e faça pelo menos três vezes por semana. Musculação constrói e tonifica os músculos, ideal na prevenção e no gerenciamento da resistência à insulina.