23.1.16

As ruas de Ouro Preto

Há muitos chafarizes na cidade, a maioria interditados para restauro. Deveriam restaurar um a um; é chato encontrar tapumes por todo canto...
Apreciei esse gigante - o Chafariz dos Contos, rememorando a época ativa. Magnificamente entalhado!
As ladeiras sempre! E sempre as sacadas, admiradas pelo Par.  Uma lindeza no clarear do dia.
As ruas estavam sujinhas no feriadão, faltou amor da administração. Entretanto, a segurança pública é nota 10! Muitos guardas municipais pelo centro e nenhum contratempo.
Agora desce... Veja a natureza ao final. É sempre assim: pedra e natureza.
No último dia, encolhemos a estada porque meu Par estava travando o joelho.
A barriga da minha perna direita queimava...
Eu no marco zero - estátua de Tiradentes na Praça Tiradentes. Mesmo no centrão, vê-se a natureza.
Acima, o museu e escola de minerologia. abaixo, o museu dos Inconfidentes e catedral do Carmo atrás.
Ficamos numa pousada antiquíssima, aí nesse carro. Barata, limpa e com ótimo café da manhã.
Há bastante hostel (albergue) - eu vi três, contudo não aprecio dividir quarto. Hotéis caros também existem.
Por ser natal, a cidade não estava tão cheia. Muitos jovens estrangeiros, bem mais que do Brasil.
Eu no Museu da Inconfidência. Barato, imenso e compensador - no mínimo duas horas de visita para quem pesquisou antes. 
Administrado pelo ibram, com salas temáticas. Há túmulos lá dentro, inclusive de "Marília", que foi retirada da igreja de origem, e "Dirceu", que foi trazido do degredo na África.
Há uma dúzia de museus na cidade.
Eu descendo à outra igreja S. Francisco - essa é "de Assis", pertinho do centrão, ao lado da feira de artesanato. Andando "quinen" cachorro sem dono...
Não se pode estacionar nessas vielas. Estacionamento particular não existe. O rotativo pago só dura uma hora... O jeito é estacionar longe e "bater canela".
Loucura de trânsito. Em certas descidas, acionamos a tração 4x4, tamanho o penhasco.
Passinho. Essas capelinhas comuns em Minas, são usadas na Semana Santa para procissão dos 12 passos da paixão de Cristo.
Nessa ladeira espremida, os locais dirigem a 1000, até me gelava a espinha...
Veja os morros por todo canto, e a vegetação verdinha.
Uma parada para o Par respirar. Muros grossos e escadinhas são comuns com tanta pirambeira.
Muitas calçadas são magrinhas e em forma de escada.
Não dá vontade me viver aí por um tempo?
A igreja "Mercês de baixo com pintura nova, porém ainda em restauro por dentro. Museu e túmulo de Aleijadinho aí. 
Rumaremos para bem mais adiante, no morro da Igreja S. Efigênia...
 Um sobradinho típico, com a taipa exposta. Pede restauro...
Mais vista de morros, cada qual com sua igreja. Por onde se olha é pura lindeza, pura contemplação, pura poesia, pura história!
Viela que corta caminho da Igreja S. Efigênia pelo meio das casinhas. Uns 500 degraus... Quando se pensa que acabou, entorta pra outro lado. Meu Par poupando o joelho.