10.9.15

A despedida da pequena pérola

O meigocoreto onde Portinari aplaudia a banda musical.
Uma peculiaridade - não há escada externa. Para se chegar ao topo, há que descerrar uma escada de madeira afixada no teto interno.
Aí dentro ficam expostos  os uniformes e instrumentos da banda. O hino do Município toca ininterruptamente.
 Mais abaixo na encosta, a lateral da estação ferroviária. Este monumento é o que sobrou dos trilhos.
 Homenagem à cultura do café. Hoje, o abacaxi ganha força no Município.
 Um belo muro entalhado percorre parte da extensão da antiga ferrovia.
O bebedouro de animais. Este é o cocho onde as charretes e troles puxados a cavalos aguardavam os viajantes. 
As singelas pegadas...  Aí atrás ficavam os trilhos.
Um dos casarões da época áurea do café. A fachada pega o meio do carro e vai até a garagem com telhado em triângulo.
Cidade pacata ao meio da tarde...
O cemitério. Sua peculiaridade está nas afetuosas capelinhas sobre os túmulos. São diversas, ornamentadas até com varandinhas.
Meu Par respira...
Túmulo da família Portinari, que infelizmente não faz parte do roteiro. Quase ninguém vem aqui. Procurei a zeladora, que me levou gentilmente a ele.
Há placas do falecimento do escritor "Tio Juca" Antonio Portinari 1908 / 1995 (87 anos). Seria um irmão solteiro?
A avó Pelegrina Portinari que morreu em 1953 e o filho José Portinari, que foi-se dois meses depois (aquele da casinha no museu).
O pai do Pintor, Batista - enterrado em 1958 e a mãe "Domingas" - em 1973.
A irmã Pelegrina  "Tia Tata"- 1906 / 1996 (90 anos). Era logo abaixo dele, que nasceu em 1903. 
Inês Portinari - 1922 / 2002 (80 anos). Seria a irmã mais nova? A última a ser enterrada ali.
Será que esses possíveis três irmãos de Portinari eram solteiros, assim como o tio? Cadê a tia também solteira? Será que morreu muito antes e ficou noutro túmulo?