14.11.15

Em ponto morto...


Por acordar sempre 4 h 30 da madrugada, às 8 h 00 eu já tinha preparado desjejum do Par, feito meu suco verde, arrumado cama, tirado o lixo de casa e da oficina, corrido 5 km, recolhido e dobrado a roupa que estendi na noite de ontem, higienizado toda a geladeira por dentro e lavado a louça para ajudar minha limpadora (que vem nas manhãs de sábado me auxiliar). 
Desde o último ano, eu tenho preferido meus finais de semana como a figura acima: Sem quase nenhuma badalação ou compromisso, curtindo a rua de casa, a pracinha da esquina com pista de corrida. 
Fico lá sentada num banco, observando os transeuntes, jogando conversa fora com algum vizinho, andando descalça na terra para eliminar toxinas eletromagnéticas...
Estar quase à toa no meu ninho tem sido tão aconchegante após aquela bagunça reforma do ano passado! Fazemos helioterapiapedilúvio e adianto os pratos de carne para dias úteis.
A semana é sempre corrida, com família para alimentar devidamente, roupas para aprontar, casa e sobretudo cozinha para ajeitar,  mercado e feira livre...
Tem a escola toda manhã, com 24 criancinhas sugadoras exigindo olho na nuca atenção constante. Parênteses: Neste ano não tenho uma vírgula do que reclamar. A turminha é normal. Agradeço demais a Deus por esse prêmio!
Tem esta oficina para cuidar toda tarde. Tudo bem que a dois anos banquei a velhinha folgada maneirei muito os afazeres daqui, porém tenho que cuidar ao menos da parte frontal: escritório, clientes...
Ontem ao final do dia fui fazer as cobrança habituais, com agendamento prévio, e 3 das 6 empresas parceiras não me pagaram. Dizem que é a crise - volta semana que vem.
Olha, mal cheguei e Marido "saiu vazado" justo à hora de pico, foi fazer algo que poderia ter feito nesta calma manhã; quase surtei fiquei bravinha e queria enforcá-lo.
Os clientes se aglomeravam, os colaboradores compreensivelmente  estavam loucos para ir embora; eu tentando corrigir provas dos alunos, o telefone tocando sem parar. Ufa!
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