31.1.16

A última semana de férias

Após um mês e meio, quarta-feira acaba a mamata e terei que agilizar a madrugada para aprontar tudo ao horário.
Na terça-feira a professora mais chegada - Carminha, veio fazer feira-livre comigo. Passeamos adoidado pela feira; compramos, conversamos com o povo. 
Viemos tomar café e depois levei-a de moto com duas sacolas cheias - somos loucas igualmente. Na casa dela, ganhei material (xerox) de primeiro ano, pois ela ficará com segundo desta vez.
Amei de paixão nossa manhã, que não acontecia devido a tanta chuvarada.
Essa é minha quase irmã
Na quinta-feira, tive uma tarde gostosa na lojinha da igreja (brechó onde mãe é voluntária); fiz 7 tapetes com pernas de calças e doei. Uma vizinha querida ficou lá conversando conosco e também uma freguesa animada que mora aqui perto. Tarde tão simples e tão boa!
Na oficina, foi uma semana intensa de trabalho - chovia serviço. Janeiro foi corrido e ótimo.
No sábado à tarde, fomos à festa de S. Sebastião no vilarejo "Pedregulho", uns 20 km afastado da cidade.
O Filho pediu a caminhonete para ir ao Pico do Gavião que fica pertinho da Serra do Mamonal, onde há o sítio da Avó e terras de parentes. A chuva deixou crateras que impedem carros de passeio.
Fomos com o carro dele. Eu quis ir por terra e voltar à noite pelo asfalto. Adoro terra!
Havia um lagarto teiú "quentanu sor". Ao fotografar, o danado fugiu...
Logo adiante, uma goiabeira "de raça"; pegamos duas sacolas de goiabas. Já fiz doce com as mais maduras e doei à vizinha que ajudou na recolecção.
Chegamos ao Pedregulho pela direita, na única rua. À esquerda há poucas casas e  logo vira uma estrada.
O bairro singelo é de pequenos agricultores, com essas casinhas meigas.
Chegamos quase 18 h 00 para ver o restinho do leilão de animais vivos doados. Foi adiado para domingo à tarde...
O carro do filho à esquerda, em frente a uma das mansões que também marcam o bairro. Meu Par atrás do casal de vizinhos.
A igrejinha num dos becos que entram da única rua. Par e casal de vizinhos. O barracão de festa é à direita.
Ficamos por lá até 19 h 30, quando nos acomodamos. Começaram a servir 20 h 30, quando acabou a missa.
Aqui, a tradição é comprar um frango assado picado num prato de papelão, e comer devagarinho com as mãos. Ideal para o Par que não ingere carboidrato.
Eu adorei ficar observando os muitos casais idosos, e famílias inteiras com rosto marcado pelo sol da lavoura e vidinha roceira... felizes ali na 85a  festa. Eu totalmente anônima!
Por volta das 21 h 30 saímos, compramos uma cocada e voltamos comendo. Estava chegando muito carro (jovens) para o show (barulheira).
De manhã, fomos com o vizinho pedalando à Prata. As fotos estão no celular do Par.
Almoçamos no rancho do João. Foi reunião de família da cunhada e nos convidou (esqueci a máquina). Jamais perco um almoço de família lá... a comida é variada, deliciosa e barata. O rio Jaguari está cheio, vigoroso. Passei uma tarde fofa com a irmã do Par e mais três cunhadas dele.